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Vista aérea baixa, ao amanhecer, de uma cidade média do interior do Paraná: casas simples descendo até um vale com cerração baixa sobre um rio, araucárias entre as casas, poucas janelas acesas e uma serra verde-azulada ao fundo.

O Instituto

Ciência e tecnologia que chegam
a quem elas quase nunca alcançam.

Associação sem fins lucrativos nascida no Paraná. Trabalhamos onde a saúde, o meio ambiente e a proteção das pessoas dependem de decisão pública bem informada, e levamos até lá o conhecimento, a tecnologia e a articulação que fazem a decisão sair do papel.

Entender em 30 segundos Falar com o Instituto

Sede em Curitiba, Paraná CNPJ 42.669.091/0001-00 Última revisão: 9 de setembro de 2026

Fotografias desta página: imagens conceituais geradas por inteligência artificial. Não retratam pessoa, comunidade, projeto ou operação real.

Em 30 segundos

Três coisas que fazemos sempre na mesma ordem.

  1. Escutamos antes de desenhar.

    Nenhum programa nosso começou dentro de um escritório. Todos começaram em um território, diante de gente que convive com o problema todo dia, e é quem vive nele que o define.

  2. Assinamos antes de começar.

    Nada começa sem documento: escopo, responsabilidades, marcos, salvaguardas e regra de saída. Parceria não é troca de logotipo, e só é anunciada depois de assinada.

  3. Medimos e publicamos. Inclusive o que não funcionou.

    Entrega, resultado e impacto em campos separados, com linha de base e método declarado. Projeto interrompido e meta não atingida entram com o mesmo destaque dos acertos.

As quatro frentes

Cada frente nasceu de um lugar e de um problema que não podia esperar.

São frentes distintas de saúde climática, pedido de ajuda, fortalecimento comunitário e reparação, unidas pelo mesmo jeito de trabalhar. Nenhuma serve de prova técnica da outra.

Cidade histórica de Minas Gerais vista de um mirante ao amanhecer, com uma camada de bruma acinzentada sobre os telhados do vale e serras avermelhadas ao fundo.

O ar de quem vive perto da mineração

Nos vales minerários, a poluição do ar encurta vidas em silêncio: ela não entra em nenhuma estatística com o próprio nome. Dessa constatação nasceu o REVERDE, a nossa frente mais desenvolvida.

O que a frente faz

  • Acompanha a qualidade do ar do município, por satélite.
  • Leva a informação a quem cuida da saúde da população.
  • Forma as equipes que atendem nos postos.

Conhecer o REVERDE

Mulher na cozinha, de lado, chamando em direção ao corredor escuro; o celular na bancada está com a tela acesa.

Pedir ajuda não pode ser um labirinto

Pedir socorro costuma exigir da pessoa justamente o que ela não tem naquela hora: calma, tempo e informação. O programa social do SOS existe para encurtar esse caminho.

O que a frente faz

  • Você grita socorro; o celular manda o pedido.
  • Quem você escolheu e a central do Estado recebem.
  • Prepara, do outro lado, quem tem o dever de responder.

Conhecer o programa do SOS

Ônibus urbano de carroceria azul-marinho quase preta, com faixas gráficas azuis e roxas na lateral, parado em um pátio de terra ao anoitecer, com os faróis acesos. Sem marca, logotipo ou letreiro, e sem pessoas na cena.

A resposta costuma estar com quem mora lá

Em comunidades distantes e organizações de base sobra solução testada e falta recurso. O Nexo Comunidades é a nossa forma de chegar sem atropelar. Programa em estruturação.

O que a frente faz

  • Escuta primeiro, leva tecnologia adequada depois.
  • Forma gente para que o trabalho continue quando sairmos.
  • Publica as contas. Nenhuma chamada aberta hoje.

Conhecer o Nexo Comunidades

Rio largo de água barrenta ao amanhecer, com neblina sobre a superfície, mata na margem oposta e um pequeno barco de madeira encalhado na areia.

A bacia do Rio Doce, depois da lama

O rompimento da barragem de Fundão, em 2015, não terminou em 2015. Reparação, para nós, é capacidade que fica, não ajuda que acaba. Frente em estruturação, sem instrumento assinado.

O que a frente faz

  • Estudou o que ainda precisa ser pesquisado e recuperado.
  • Desenhou reflorestamento social com os municípios.
  • Propôs uma rede regional de esporte, saúde e formação.

Ler sobre o NEXO Rio Doce

Leitura guiada

Leia só o que interessa, no seu ritmo.

Você abriu 1 de 8 assuntos

O que fazemos

Conhecimento e tecnologia que viram decisão pública melhor.

Tecnologia pública só gera impacto quando chega às pessoas com governança, acesso e capacidade de resposta. Tecnologia sem governança vira risco; governança sem acesso vira burocracia; acesso sem capacidade de resposta vira frustração.

Por isso o Instituto não se apresenta como fornecedor de software nem como central de atendimento. Nosso trabalho é o intervalo entre as duas coisas: estruturar o programa, articular quem precisa estar na mesa, formar quem vai operar, medir o que aconteceu e prestar contas do que foi feito com cada real.

Cada frente responde a um item da finalidade registrada em estatuto. Quando uma oportunidade não cabe no estatuto, ela é recusada, não adaptada.

Ver o texto completo: a finalidade em estatuto, a entidade em documento e a história de cada frente

Missão

Conhecimento e tecnologia que viram decisão pública melhor.

Tecnologia pública só gera impacto quando chega às pessoas com governança, acesso e capacidade de resposta.

Tela do painel do REVERDE: resumo da qualidade do ar para a população de Ouro Preto (MG), com o índice do dia e a leitura de poeira fina.

REVERDE

Saúde, ciência e meio ambiente: o ar que se respira acompanhado de perto e transformado em informação para quem cuida da população.

Tela de demonstração do sistema do SOS: mapa de um bairro de Curitiba (PR) com o ponto de um pedido de socorro e as áreas de cobertura ao redor.

Programa social do SOS

Proteção de pessoas: encurtar a distância entre quem precisa de ajuda e quem tem o dever de responder.

Ônibus urbano de carroceria azul-marinho quase preta, com faixas gráficas azuis e roxas na lateral, parado em um pátio de terra ao anoitecer, com os faróis acesos. Sem marca, logotipo ou letreiro, e sem pessoas na cena.

Nexo Comunidades

Justiça social e território: escuta, recurso e tecnologia apropriada nas mãos de quem já conhece o lugar e as pessoas.

Relevo de um território em luz baixa, visto de cima: cristas e vales escuros cortados por um rio e por uma malha fina de linhas claras.

Apoio a governos

Políticas públicas e gestão: do diagnóstico à medição, com o programa desenhado para durar mais que um mandato.

A finalidade registrada em estatuto

O estatuto registrado descreve uma associação voltada a justiça social, reparação humanitária, desenvolvimento sustentável, saúde, educação, ciência, tecnologia, inovação, políticas públicas e proteção de grupos vulneráveis.

Em linguagem direta: existimos para que conhecimento e tecnologia produzam decisão pública melhor e proteção real para quem hoje está fora do alcance dela. Tecnologia sem governança vira risco; governança sem acesso vira burocracia; acesso sem capacidade de resposta vira frustração — e, em temas de proteção, frustração custa caro.

Por isso o Instituto não se apresenta como fornecedor de software nem como central de atendimento. Nosso trabalho é o intervalo entre as duas coisas: estruturar o programa, articular quem precisa estar na mesa, formar quem vai operar, medir o que aconteceu e prestar contas do que foi feito com cada real.

Cada frente responde a um item da finalidade registrada. Quando uma oportunidade não cabe no estatuto, ela é recusada, não adaptada. A frente de reparação humanitária está em estruturação e se organiza em torno do NEXO Rio Doce, ainda sem instrumento assinado.

A entidade, em documento
Razão social
Instituto Paranaense de Tecnologia, Inovação e Gestão Ideia Pública.
Nome público
Instituto Ideia Pública.
CNPJ
42.669.091/0001-00
Sede
Avenida Manoel Ribas, 2055 — Mercês, Curitiba/PR, CEP 80.810-002.
Natureza jurídica
Associação privada sem fins lucrativos, conforme o estatuto registrado — a publicar junto com o documento.
Estatuto
A publicar — entra em PDF, com a data de registro e o tamanho do arquivo gravados na publicação.
Certificações
O Instituto não alega neste site nenhum título, qualificação, certificação ou credenciamento. Se um dia houver, o site publica a certidão vigente junto com a alegação, e não antes dela.

Fonte: estatuto registrado e registro interno das frentes de trabalho Estado do dado: parcial Última verificação: 31/08/2026

Nossa história

Cada frente nossa nasceu de um lugar e de um problema que não podia esperar.

O Instituto nasceu no Paraná de uma inquietação simples: o conhecimento capaz de melhorar a vida das pessoas quase sempre já existe — o que falta é caminho até elas. Por isso nenhum programa nosso começou dentro de um escritório. Todos começaram em um território, diante de gente que convive com o problema todo dia.

O ar de quem vive perto da mineração

Nos vales minerários, a poluição do ar encurta vidas em silêncio: ela não entra em nenhuma estatística com o próprio nome. Dessa constatação nasceu o REVERDE — acompanhar a qualidade do ar, levar essa informação a quem cuida da saúde da população e formar as equipes que atendem nos postos. É a nossa frente mais desenvolvida, construída junto com universidade pública e fundação de apoio à pesquisa.

A bacia do Rio Doce, depois da lama

O rompimento da barragem de Fundão, em 2015, não terminou em 2015. O Instituto se debruçou sobre a bacia: estudou o que ainda precisa ser pesquisado e recuperado no território do povo Krenak, desenhou reflorestamento social com os municípios e propôs uma rede regional de esporte, saúde e formação para as cidades atingidas. Reparação, para nós, é capacidade que fica — não ajuda que acaba.

Pedir ajuda não pode ser um labirinto

Pedir socorro costuma exigir da pessoa justamente o que ela não tem naquela hora: calma, tempo e informação. O programa social do SOS existe para encurtar esse caminho — e, do outro lado, para preparar quem tem o dever de responder.

A resposta costuma estar com quem mora lá

Em comunidades distantes e organizações de base sobra solução testada e falta recurso. O Nexo Comunidades é a nossa forma de chegar sem atropelar: escutar primeiro, levar tecnologia adequada depois e formar gente para que o trabalho continue quando nós sairmos.

O que une as quatro frentes é o jeito de trabalhar: escutar antes de desenhar, assinar antes de começar, medir o que aconteceu e publicar o resultado — inclusive quando ele não for o que esperávamos.

Como trabalhamos

Quatro etapas, sempre na mesma ordem, e nenhuma delas é pulada.

1. Escuta

O problema é definido por quem vive nele e por quem vai operar a solução.

2. Desenho e instrumento

Tecnologia adequada, plano de continuidade e documento assinado antes de começar.

3. Piloto e medição

Escopo pequeno, aceite local, linha de base e método declarado.

4. Prestação de contas

O que foi feito, com quanto, com que resultado, e o que não funcionou.

A ordem importa mais do que a lista: pular o diagnóstico para chegar antes ao piloto é o erro que produz programa anunciado e não operante. Um diagnóstico que só pode dar “sim” é proposta comercial com outro nome.

Vista de cima de uma mesa de madeira ao ar livre com um grande mapa desenhado à mão em papel pardo; cinco mãos adultas apoiadas nas bordas, uma delas apontando uma curva do rio.
Escuta: o mapa é desenhado por quem mora lá, antes de qualquer solução. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, comunidade ou operação real.
Sala de formação simples vista do fundo: oito adultos de costas em cadeiras em meia-lua e, à frente, uma mulher apontando um fluxograma desenhado num quadro branco.
Formação: quem vai operar aprende antes do piloto, para que o trabalho continue quando o apoio terminar. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, turma ou operação real.
Ver o texto completo: as sete etapas, a diferença entre entrega, resultado e impacto, e o que fazemos com o que não funcionou

Como trabalhamos

Quatro etapas, sempre na mesma ordem, e nenhuma delas é pulada.

A ordem importa mais do que a lista: pular o diagnóstico para chegar antes ao piloto é o erro que produz programa anunciado e não operante.

  1. 01

    Escuta

    O problema é definido por quem vive nele e por quem vai operar a solução.

  2. 02

    Desenho e instrumento

    Tecnologia adequada, plano de continuidade e documento assinado antes de começar.

  3. 03

    Piloto e medição

    Escopo pequeno, aceite local, linha de base e método declarado.

  4. 04

    Prestação de contas

    O que foi feito, com quanto, com que resultado — e o que não funcionou.

As sete etapas, uma a uma
1. Escuta
Ouvir quem vive o problema e quem vai operar a solução, antes de propor qualquer ferramenta.
2. Diagnóstico e desenho
Linha de base, teoria de mudança, plano de trabalho, orçamento e riscos — escritos antes, não depois. O diagnóstico pode terminar em “não”: um diagnóstico que só pode dar “sim” é proposta comercial com outro nome.
3. Instrumento
Nada começa sem documento assinado: escopo, responsabilidades, marcos, salvaguardas e regra de saída.
4. Tecnologia apropriada
A que resolve a barreira concreta e continua funcionando quando o apoio terminar. Se a resposta certa for um caderno e um telefone, é um caderno e um telefone.
5. Piloto e aceite
Começar pequeno, medir, colher o aceite de quem usa e só então falar em escala.
6. Medição
Separar entrega, resultado e impacto. Não chamar de impacto o que é entrega.
7. Prestação de contas
Publicar quanto foi comprometido, quanto foi desembolsado, o que mudou e o que não funcionou.
Entrega, resultado e impacto não são a mesma coisa
Entrega
O que foi feito: pessoas formadas, tecnologia instalada, relatórios publicados. Exige contagem auditável.
Resultado
O que mudou no uso: pedido entregue, painel usado na decisão, serviço ampliado. Exige método e período explícitos.
Impacto
Mudança sustentada em segurança, saúde, renda, acesso ou capacidade comunitária. Exige desenho de avaliação, e não se infere de entrega.

A confusão entre estas três palavras é o que permite a uma organização entregar relatório e anunciar transformação. Quando este site disser “impacto”, haverá um desenho de avaliação publicado junto.

Alguns indicadores são propositalmente divididos em campos que nunca são somados — municípios configurados e municípios com operação comprovada; comunidades ouvidas, elegíveis e selecionadas. Somar esses campos transformaria intenção em entrega.

Não existe, e não existirá neste site, contador de mortes evitadas. Medimos capacidade das organizações, tempo de acolhimento ou encaminhamento e serviços efetivamente prestados.

O que fazemos com o que não funcionou

A etapa que mais respeitamos é a que quase ninguém publica. Projeto interrompido, tecnologia rejeitada pela comunidade e meta não atingida entram na prestação de contas com o mesmo destaque dos acertos.

Publicar o que não funcionou é o que separa prestação de contas de peça de comunicação — e é a parte que costuma ser cortada quando o resultado decepciona. Aqui ela é cláusula, não boa vontade.

Fonte: método de trabalho do Instituto Estado do dado: atual Última revisão: 31/08/2026

Governança e parcerias

Decisão de instituição não é decisão de pessoa. Parceria não é troca de logotipo: é papel escrito.

Toda decisão em ata

Recurso, parceria ou seleção de projeto: registrado com quem votou, quem se absteve e por quê. Nenhum nome de dirigente é publicado sem a ata que o sustenta.

Vínculos declarados

Há pessoas ligadas ao Instituto com vínculo em outras entidades, inclusive empresas de tecnologia. Isso exige regra, e a regra está escrita. Contratações com parte relacionada até hoje: nenhuma.

Anúncio só depois da assinatura

Publicamos o nome de um parceiro quando existem instrumento assinado e autorização de uso da marca. Instrumentos assinados até hoje: nenhum.

Ver o texto completo: estrutura, partes relacionadas, os nove critérios de parceria, o que não aceitamos e a versão pré-contrato

Governança

Decisão de instituição não é decisão de pessoa.

Toda decisão que envolve recurso, parceria ou seleção de projeto é registrada em ata, com quem votou, quem se absteve e por quê.

Nenhum nome de dirigente é publicado sem a ata que o sustenta. A composição da direção entra nesta página junto com a ata que a elegeu, hoje em preparação para publicação.

Estrutura, dirigentes e registro de decisões
Estrutura de governança
A publicar. Quais órgãos existem, como são compostos e o que cada um decide sai do estatuto registrado, e é publicado no mesmo movimento em que o estatuto for publicado — não antes dele.
Dirigentes
A composição atual está sendo publicada junto com a ata que a elegeu. Enquanto o documento não estiver disponível, preferimos não listar nomes sem comprovante. Retrato de dirigente só entra com autorização de imagem assinada.
Atas
Quando uma ata não puder ser publicada integralmente — por conter dado pessoal ou informação sensível de terceiro —, publicamos o extrato da decisão e o motivo da supressão.
Partes relacionadas: o que precisamos dizer sobre nossos vínculos

Há pessoas ligadas ao Instituto que também têm vínculo com outras entidades, inclusive com empresas de tecnologia com as quais o Instituto pode vir a contratar. Isso não é irregular, mas exige regra. Esconder seria pior do que explicar.

Sempre que uma decisão envolver parte relacionada, aplicamos o mesmo procedimento: declaração de vínculo por escrito; aprovação pelo órgão institucional competente; registro em ata de quem se absteve; representação independente quando cabível; justificativa de interesse social; método de preço documentado; segregação contábil; e relatório de aplicação dos recursos. Os pareceres que puderem ser publicados são publicados.

Vale para os dois lados: se a sua organização tem vínculo com alguém do Instituto, declare. Declarar não elimina uma proposta; esconder, sim.

A Política de Conflito de Interesses e Partes Relacionadas está em aprovação. Enquanto não for aprovada e publicada, nenhuma contratação com parte relacionada é celebrada. Contratações desse tipo celebradas até hoje: nenhuma.

Fonte: estatuto registrado e ata de eleição vigente Estado do dado: indisponível — nenhum nome é publicado sem ata Última verificação: 31/08/2026

Parcerias

Parceria não é troca de logotipo. É papel escrito.

Um instrumento com escopo, responsabilidade, prazo e prestação de contas — porque é isso que sobrevive a uma auditoria e a uma mudança de gestão.

Cooperação técnica e científica

Universidades, institutos e especialistas que contribuam com metodologia, validação ou revisão científica. Contribuição intelectual conta como aporte.

Cofinanciamento

Financiadores, empresas e fundações que destinem recurso a programas, com centros de custo separados e prestação de contas por competência.

Parceria tecnológica

Tecnologia, integração, infraestrutura ou suporte a programas do Instituto, com titularidade, licença e continuidade definidas por escrito.

Cooperação institucional

Órgãos públicos, conselhos, redes e organizações que somem articulação, território, formação ou capacidade operacional.

A regra do anúncio

Uma parceria só é anunciada depois de assinada.

Publicamos o nome de uma organização como parceira quando existem duas coisas: instrumento assinado e autorização escrita para usar a marca. Conversa avançada não é parceria, e memorando não é contrato — quem chega à mesa com a gente sabe disso desde o primeiro dia.

Também não existe grade de logotipos neste site, e não vamos criar uma: um logotipo em uma página institucional diz “esta organização responde por isto”, e isso se conquista no documento, não no design.

Os nove critérios que separam parceria de boa intenção
  1. Objetivo compatível com o estatuto do Instituto e com o interesse público.
  2. Papéis, entregas e prazos definidos por escrito, antes de começar.
  3. Capacidade real de execução de cada lado — não intenção, capacidade.
  4. Integridade: conflitos declarados, ausência de impedimento e transparência de vínculos.
  5. Tratamento de dados definido por tratamento, com base legal e responsável.
  6. Regras de propriedade intelectual, titularidade e portabilidade acordadas antes.
  7. Salvaguardas quando houver contato com públicos vulneráveis.
  8. Indicadores e forma de prestação de contas acordados na assinatura, não depois.
  9. Plano de saída: como a parceria termina sem prejudicar quem está sendo atendido.

O critério mais recusado é o terceiro. Quase toda proposta que chega tem objetivo compatível e boa vontade; o que costuma faltar é capacidade instalada dos dois lados. Quando falta do nosso lado, dizemos.

As quatro coisas que resolvemos antes de assinar
De quem é o que for criado junto?
Titularidade e licença do que for desenvolvido em conjunto ficam definidas no instrumento, antes da implantação. Nada é apropriado automaticamente — nem pelo Instituto, nem pelo parceiro, nem por fornecedor contratado.
De quem é o equipamento?
A propriedade dos equipamentos instalados é declarada no instrumento, com o destino deles ao fim da parceria escrito no mesmo documento.
Quem trata os dados, e sob qual base legal?
Definido tratamento a tratamento: finalidade, base legal, responsável e prazo. Não existe “os dados ficam com todo mundo”.
Como isso termina?
Toda parceria nasce com plano de saída: portabilidade do que foi construído, continuidade do que estiver em uso e cuidado com quem está sendo atendido. Encerramento não pode virar interrupção de serviço para uma comunidade.

Se um desses quatro pontos não puder ser combinado, a parceria não avança. É a diferença entre deixar capacidade instalada e deixar dependência.

Quem responde por cada parte, e o uso do nome

Este é o modelo de papéis que levamos a qualquer conversa institucional — genérico de propósito, sem nenhuma posição ocupada hoje:

Fornecedor da tecnologia
Fornece e evolui a tecnologia, seus artefatos, documentação e o suporte contratado.
Instituto Ideia Pública
Estrutura o canal social, articula parceiros, apoia formação, acompanha indicadores e presta contas das funções que efetivamente executar.
Órgão público contratante
Define público, elegibilidade e território. Integra e opera aplicativo, infraestrutura, central, protocolos e resposta.
Trabalho conjunto
Integração, homologação, piloto, segurança, adequação da proteção de dados a cada tratamento, capacidade e expansão.

A regra que sustenta o modelo: o Instituto não assume função de terceiro e não promete o que não executa. Não operamos central de atendimento, não respondemos a ocorrência e não damos ordem a operação pública.

Sobre menção pública: antes da assinatura, nenhum lado anuncia nada. Depois dela, a menção depende de autorização escrita de uso de marca, com escopo e prazo, em qualquer das duas direções. Quando a parceria termina, a autorização termina junto — o material anterior é datado, não apagado. Autorizações concedidas ou recebidas até hoje: nenhuma.

O que não aceitamos, e o que acontece depois que você propõe

Esta lista existe para economizar tempo dos dois lados:

  • Não vendemos endosso. O nome do Instituto não chancela produto, tecnologia ou empresa que não tenha passado por avaliação nossa.
  • Não reservamos fornecimento a ninguém e não prometemos contratação pública.
  • Não aceitamos parceria que exija exposição de pessoas vulneráveis como contrapartida de comunicação, nem usamos comunidade apoiada como vitrine de patrocinador.
  • Não aceitamos condição que impeça a publicação de resultado, método ou prestação de contas.
  • Não fazemos parceria sem instrumento. Acordo verbal, carta de intenção ou reunião não são parceria e não são anunciados como tal.
  • Não aceitamos recurso cuja origem, finalidade ou condição seja incompatível com o estatuto e com a integridade do Instituto.
  • Não aceitamos escopo que exija anunciar antes de funcionar. Se o calendário do parceiro exige o anúncio antes do piloto, o desenho está errado.
  • Não prometemos, nem aceitamos que um parceiro prometa em nosso nome, prevenção, salvamento ou resposta assegurada a quem quer que seja.

Uma proposta que chega percorre cinco passos: recebimento confirmado; triagem de escopo contra o estatuto; verificação de integridade e de conflito de interesses dos dois lados; decisão do órgão institucional competente, registrada em ata; e, só então, instrumento assinado. Antes do instrumento não há parceria — e não anunciamos nenhuma.

Respondemos ao envio dentro do prazo de resposta desta página, em dias úteis — prazo a publicar. Para a decisão final não temos prazo garantido, e preferimos dizer isso a inventar um calendário que não conseguimos cumprir. Se a resposta for não, você recebe o motivo.

A versão pré-contrato: o que ainda não podemos afirmar

Enquanto não houver instrumento assinado e autorização de divulgação, este portal opera na versão pré-contrato — sem alegação de parceria, sem condição comercial, sem logotipos e sem links cruzados comerciais.

  • Não há nenhuma parceria assinada e autorizada para divulgação. Nenhum nome, nenhum logotipo, nenhum caso.
  • A cooperação com a Hectare Service, titular da tecnologia do SOS, ainda não tem instrumento assinado nem autorização de divulgação. O portal descreve a condição social em construção e o vínculo societário entre as duas entidades, mas não exibe logotipo nem apresenta a condição como oferta.
  • A Política de Conflito de Interesses e Partes Relacionadas está em aprovação. Até lá, nenhuma contratação com parte relacionada é celebrada.
  • Não publicamos condição comercial, preço, desconto ou percentual de qualquer relação: o modelo de acesso dos programas ainda passa por aprovação institucional, contábil e jurídica.
  • Não temos resultado de parceria para mostrar, porque não houve parceria. Temos os critérios com que ela será avaliada.

Quando houver instrumento, publicamos o instrumento — com as supressões justificadas — e não só o anúncio dele.

Fonte: registro interno de instrumentos do Instituto Recorte: todas as parcerias, desde a constituição Instrumentos assinados: nenhum Data-base: 31/08/2026

Para governos

Estruturar um programa que sobreviva à próxima gestão.

Uma contratação percorre seis etapas, nesta ordem: diagnóstico, desenho, governança, piloto, medição e escala. Cada uma termina em documento que o órgão pode anexar a processo, e os documentos das três primeiras pertencem ao órgão mesmo que a relação termine ali. Diagnóstico não é isca.

O Instituto faz diagnóstico, desenho, governança, articulação, apoio à formação e medição. Não opera central, não recebe pedido de socorro, não decide quem é atendido, não promete caminho de contratação nem prazo antes do diagnóstico. Este site não publica preço, tabela, faixa nem calculadora.

Ver o texto completo: o que cada etapa entrega, como a relação é formalizada, prazos e o que não prometemos

Para governos

Estruturar um programa que sobreviva à próxima gestão.

Uma contratação percorre seis etapas, nesta ordem, e cada uma termina em documento que o órgão pode anexar a processo.

  1. Diagnóstico
  2. Desenho
  3. Governança
  4. Piloto
  5. Medição
  6. Escala
O que cada etapa entrega ao órgão
Diagnóstico
Relatório com o problema, o público, a capacidade atual, as lacunas, os riscos e a recomendação — inclusive a de não seguir agora.
Desenho
Plano de trabalho, matriz de responsabilidades, plano de tratamento de dados, plano de riscos e orçamento.
Governança
Fluxo de decisão, política de tratamento de dados, plano de resposta a incidente e regra de correção de rota.
Piloto
Plano de piloto, critérios de aceite definidos antes, plano de reversão e plano de formação da equipe do órgão.
Medição
Plano de indicadores com a definição de cada métrica, linha de base e relatório por competência.
Escala
Plano de ondas, com a condição de capacidade que libera cada uma.

Nada disso é apresentação de slides. Os documentos das três primeiras etapas pertencem ao órgão e continuam servindo a ele mesmo que a relação com o Instituto termine ali — diagnóstico não é isca.

O que o Instituto faz, e o que o Instituto não faz
Faz
Diagnóstico do problema, do público e da capacidade existente; desenho do programa; governança; articulação com universidades, organizações e financiadores; apoio à formação de quem vai operar; e medição com linha de base e método declarado.
Não faz
Não opera central, não recebe pedido de socorro e não responde a ocorrência. Não decide quem é atendido — isso é competência pública. Não substitui a área jurídica nem o controle interno do órgão. Não assegura a contratação de nenhum fornecedor, nem a nossa. Não assume resultado de operação que não é nossa.

Essa divisão não é retórica: é a base da matriz de responsabilidades que vai para dentro do instrumento. O que estiver escrito aqui é o que o instrumento vai dizer.

Como a relação é formalizada

A forma jurídica adequada depende do objeto, da fonte de recurso e da avaliação da área jurídica do próprio órgão. As conversas costumam começar por um destes três caminhos: cooperação técnica sem transferência de recurso, para diagnóstico e desenho; instrumento com transferência de recurso, quando há execução conjunta; e contratação, quando o objeto é serviço determinado.

Não prometemos inexigibilidade, dispensa ou qualquer caminho de contratação direta. A decisão sobre modalidade e legalidade é do órgão, assessorado pela sua área jurídica e sujeita ao controle competente. Qualquer fornecedor que prometa a um gestor o enquadramento jurídico da própria contratação está prestando um mau serviço a ele.

O que fazemos é o oposto: entregamos a documentação técnica e institucional necessária para que a análise do órgão tenha fundamento — objeto, escopo, responsabilidades, memória de custo, indicadores e prestação de contas.

Prazos, orçamento e o que costuma atrasar

Depende do escopo, da capacidade do órgão e do tempo de tramitação interna — que costuma ser o fator mais determinante e o menos considerado. Uma primeira conversa de diagnóstico pode acontecer em semanas; um piloto responsável, com integração, homologação e formação, leva meses; expansão estadual leva mais.

Não damos prazo de implantação antes do diagnóstico: prazo dado sem diagnóstico é chute com aparência de compromisso. O que costuma atrasar: tramitação e análise jurídica do órgão; disponibilidade da equipe que vai operar; integração com sistema de terceiro sem documentação, acesso de homologação e critérios de aceite; mudança de escopo no meio do piloto; e calendário político empurrando anúncio para antes da operação.

Este site não publica preço, tabela, faixa, desconto nem calculadora. O Instituto trabalha na definição de modelos de acesso e escala, e o modelo final ainda passa por aprovação institucional, contábil e jurídica. Quando houver preço aprovado, ele virá com metodologia, memória de cálculo, piso, teto, prazo e reajuste — nessa ordem, e não antes.

Sobre dados pessoais, o desenho parte de minimizar o que sai do controle do órgão: a base individual fica com ele, que certifica apenas as quantidades agregadas necessárias ao controle e ao cálculo. Nomes, localizações e ocorrências não precisam chegar ao Instituto.

O que não prometemos
  • Resultado de operação que não é nossa. Tempo de resposta, atendimento e desfecho dependem do órgão, da equipe, do protocolo e da infraestrutura dele.
  • Caminho de contratação: a modalidade é decisão jurídica do órgão.
  • Prazo de implantação antes do diagnóstico.
  • Que a tecnologia resolva o que é problema de capacidade, de processo ou de pessoal.
  • Integração com sistema de terceiro que não tenha fornecido documentação, acesso de homologação e critérios de aceite. Quando houver, a integração é específica, homologada e datada.
  • Metas que não podem ser medidas, nem condição que impeça a publicação do resultado, inclusive quando ele for negativo.

Popularizar o acesso não é prometer uma resposta automática. É reduzir barreiras, integrar a tecnologia e fortalecer a operação que precisa responder.

Abrir uma conversa institucional Conhecer o programa do SOS

Órgãos públicos contratantes, em piloto ou em operação: nenhum Fonte: registro de instrumentos do Instituto Data-base: 31/08/2026

Transparência e documentos

Cada contrato e cada parceria passam por esta página. Documento sem link é documento que ainda não está publicado.

Transparência, para nós, é procedimento, não promessa: todo instrumento assinado, todo recurso que entra e toda decisão que compromete dinheiro chegam aqui com documento, data, responsável e método de cálculo. Todo número carrega um de seis rótulos: observado, estimado, meta, em medição, parcial ou indisponível. Dado ausente nunca vira zero.

O índice de documentos mostra o estado real de cada peça: estatuto, cartão CNPJ e ata de eleição a publicar; políticas de transparência, de apoio a comunidades e de conflito de interesses em aprovação. Sem “em breve” e sem link morto. O Instituto não alega título, certificação ou credenciamento.

Ver o texto completo: o que publicamos de cada contrato, o caminho de cada real, como corrigimos e o índice peça por peça

Transparência

Cada contrato e cada parceria passam por esta página.

Transparência, para nós, não é uma promessa de boa conduta: é um procedimento. Todo instrumento que o Instituto assina, todo recurso que entra e toda decisão que compromete dinheiro público ou privado chegam aqui com documento, data, responsável e método de cálculo — no formato em que qualquer pessoa consegue conferir por conta própria.

O que publicamos de cada contrato e de cada parceria

A regra vale igual para um convênio de milhões e para uma cooperação sem transferência de recurso. De cada instrumento celebrado, esta página publica:

O instrumento
O documento assinado, e não apenas o anúncio dele. Quando houver informação protegida — dado pessoal, sigilo de terceiro, segurança de alguém —, ela é suprimida e o motivo da supressão fica registrado. Quem consulta vê que algo foi suprimido e por quê, mesmo sem ver o conteúdo.
Quem responde
O órgão ou a organização parceira, o objeto, o prazo, o território e o nome de quem responde por aquilo dentro do Instituto.
Quanto e para onde
Valor comprometido, valor efetivamente recebido e a aplicação do que fica sob nossa responsabilidade — separados, nunca somados em um número só.
O que aconteceu
Indicadores com definição, linha de base, método e período. Entrega, resultado e impacto aparecem em campos distintos, porque não são a mesma coisa.
E o que não funcionou
Projeto interrompido, tecnologia rejeitada pela comunidade e meta não atingida entram com o mesmo destaque dos acertos. É a parte que costuma ser cortada quando o resultado decepciona; aqui ela é cláusula, não boa vontade.

Cada arquivo é publicado com título, competência, data, versão, tamanho e formato — e com alternativa em HTML acessível, para que ninguém dependa de um leitor de PDF, de uma tela grande ou de uma boa conexão para exercer o direito de conferir. Versão substituída não sai do ar: recebe a data em que deixou de valer e continua disponível.

O método: o caminho de cada real

De cada programa estadual, esta página responde três perguntas sem rodeio: quanto o Estado contrata, quanto disso remunera a tecnologia e onde o Instituto aplica o que fica sob sua responsabilidade. O método está publicado antes do primeiro real — para que ninguém precise confiar na palavra do Instituto depois.

1. Receita do programa estadual
Valor contratado, faturado e efetivamente recebido no período. Contratado não é recebido, e os três aparecem separados.
2. Licença tecnológica
A contraprestação devida ao fornecedor da tecnologia, em valores unitários fixos em reais — não percentual de receita, e sem constituir sociedade entre as partes.
3. Tributos e retenções
Valores efetivos e regime aplicável. Estimativa não aparece como realizado.
4. Custos diretos do programa
Equipe, articulação, formação, comunicação pública, monitoramento e auditoria, conforme o orçamento aprovado.
5. Reservas justificadas
Finalidade, limite, aprovação, saldo e regra de uso — cada reserva com o seu porquê.
6. Aplicação institucional
Projetos, capacitação e obras sociais compatíveis com o estatuto, um a um, com objetivo, território, público, orçamento, valor executado, critério de seleção, comprovante e indicador.
7. Saldo e compromissos
O que não foi aplicado, as obrigações já assumidas e a competência a que pertencem.

O saldo institucional não é lucro pessoal, não é doação líquida e não é recurso livre: é receita de programa vinculada a finalidade estatutária.

Um gráfico só entra aqui depois dos números conciliados, e nunca sozinho: a tabela vem primeiro. Valor de exemplo em página de prestação de contas é lido como valor real — por isso não usamos nenhum.

Compromisso de reconciliação: o total nacional publicado tem de ser igual à soma das páginas estaduais. Se divergirem, nenhum dos dois vai ao ar até a divergência ser explicada — e a explicação também é publicada.

Como decidimos o que publicar, e como corrigimos

Ordem de precedência: instrumento assinado e aditivos, depois aceite formal, depois evidência técnica da versão entregue, depois o estado operacional com data, e só então o plano histórico. Um item previsto em plano antigo não vira entrega; um documento técnico interno não substitui contrato, aceite ou prova de operação. Quando as fontes divergem, publicamos a mais forte e registramos a divergência.

Documento que existe e contém dado protegido entra com supressão, e o motivo de cada supressão é registrado: dado pessoal; risco à segurança de pessoa; sigilo de terceiro; dado de criança ou adolescente; segurança da informação. Quem consulta consegue ver que algo foi suprimido e por quê, mesmo sem ver o conteúdo suprimido.

Todo número publicado carrega um de seis rótulos — observado, estimado, meta, em medição, parcial ou indisponível. Dado ausente nunca vira zero; estimativa nunca aparece como observação.

Informação vence, e informação vencida é erro. Pedido de retirada por risco à segurança de pessoa é atendido de imediato, antes de qualquer discussão de mérito. Erro de fato, informação vencida e divergência entre páginas são corrigidos, publicados com data e registrados. O registro de correções desta página começa com este portal — e existe porque vamos errar, não porque achamos que não.

Fonte: controle documental e registro de instrumentos do Instituto Regra: nenhum número entra sem valor, fonte, data e recorte Data-base: 1º/09/2026

Close das bordas de uma pilha alta de documentos, formando camadas finas iluminadas de lado, com dois marcadores coloridos e um clipe metálico.
Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata documento, pessoa ou operação real. Publicada em 31/08/2026.

Documentos

Documento sem link é documento que ainda não está publicado.

Este é o índice do processo, com o estado real de cada peça em 31/08/2026 — sem “em breve” e sem link morto.

O índice, peça por peça
Estatuto registrado
A publicar — entra em PDF, com data de registro e tamanho do arquivo.
Cartão CNPJ
A publicar — entra em PDF, com data de emissão e tamanho do arquivo.
Ata de eleição da diretoria vigente
Em preparação para publicação.
Política de Transparência e Aplicação Institucional dos Recursos
Em aprovação.
Política de Apoio a Comunidades e Organizações de Impacto
Em aprovação.
Política de Conflito de Interesses e Partes Relacionadas
Em aprovação.
Política de Proteção de Crianças, Adolescentes e Adultos Vulneráveis
Em elaboração.
Aviso de Privacidade e Política de Cookies
Disponível — ler nesta página.
Declaração de acessibilidade
Disponível — ler nesta página.

Sem certificação alegada. O Instituto não alega neste site nenhum título, qualificação ou credenciamento — nem OSCIP, nem CEBAS, nem utilidade pública. Também não exibimos selo, nota ou medidor de transparência: quem avalia transparência é quem consulta.

Fonte: controle documental do Instituto Arquivos publicados: nenhum Última verificação: 31/08/2026

Privacidade e acessibilidade

Só coletamos o que você digita. Meta WCAG 2.2 AA, com as barreiras que conhecemos publicadas.

Nenhum cookie

Este site não grava nada no seu aparelho e não mede audiência. Por isso não existe banner de cookies.

Nenhuma decisão automática

Nenhuma inteligência artificial avalia risco, prioridade ou credibilidade. Quem lê e quem decide é uma pessoa.

Conformidade parcial declarada

Sem auditoria externa. Afirmamos a meta, os testes que fizemos e as barreiras que conhecemos, e publicamos o que ainda não está pronto.

Ver o texto completo: o aviso de privacidade, quem responde pelos dados, seus direitos e a declaração de acessibilidade

Privacidade e dados

Só coletamos o que você digita — e dizemos por quanto tempo fica.

Aviso de Privacidade do Instituto, válido para este site e para nenhum outro sistema. Escrito para ser lido, não para ser aceito sem ler.

Nenhum cookie

Este site não grava cookie nem qualquer outro dado no seu aparelho, e por isso não existe banner de cookies. Também não há medição de audiência instalada.

Nenhuma venda de dados

Não vendemos, não alugamos e não trocamos dados pessoais. Não há rastreador de publicidade, gravação de sessão nem mapa de calor em nenhuma página.

Nenhuma decisão automática

Nenhum programa classifica a sua mensagem por urgência e nenhuma inteligência artificial avalia risco, prioridade ou credibilidade. Quem lê e quem decide é uma pessoa.

O essencial, em seis linhas
  1. Só coletamos dado que você digita em um formulário. Não compramos lista, não importamos contato de lugar nenhum e não fazemos perfil de quem visita.
  2. Pedimos o mínimo para conversar: quem é você, de onde fala, um e-mail para resposta e o assunto. Cada campo existe por um motivo declarado.
  3. Nenhum formulário do site aceita relato de violência, dado de saúde, nome de pessoa atendida, endereço protegido ou informação de criança e adolescente.
  4. Não usamos rastreador de publicidade, gravação de sessão nem mapa de calor. Nas páginas sobre violência, não usamos nem cookie.
  5. Não vendemos, não alugamos e não trocamos seus dados.
  6. Você pode pedir acesso, correção ou exclusão a qualquer momento, sem justificar.

Este aviso vale só para este site. Outros sistemas — inclusive o da empresa que fornece a tecnologia do SOS e os sistemas dos órgãos públicos que venham a operar um programa — têm avisos próprios e responsáveis próprios.

Quem responde pelos seus dados
Controlador
Instituto Paranaense de Tecnologia, Inovação e Gestão Ideia Pública. Na linguagem da Lei nº 13.709/2018, a responsabilidade é nossa, e é a nós que você cobra.
Encarregado (DPO)
Em designação. Enquanto o ato não estiver assinado e o canal não estiver funcionando com pessoa respondendo, preferimos não publicar um nome que não atende. Nesse período, os pedidos são respondidos pela direção, no mesmo prazo.
Canal para exercer direitos
Formulário de contato, escolhendo a rota “Direitos sobre meus dados pessoais”. Não publicamos endereço de e-mail que ninguém lê: os endereços entram quando as caixas estiverem criadas e monitoradas.
Prazo
Confirmação de recebimento no mesmo dia útil e resposta completa em até 15 dias, conforme a lei. Exercer direito sobre os próprios dados é gratuito.
Versão e vigência deste aviso
A publicar — saem do ato de aprovação pela direção. Até lá, este é o aviso corrente do site, sem número de versão atribuído.
O que cada formulário coleta, e o que nunca pedimos

O formulário de contato pede nome; organização, órgão ou comunidade; e-mail para resposta; a rota do assunto; e a mensagem. Nada além disso: não há campo de telefone, de endereço, de documento nem de anexo. Finalidade: responder e encaminhar à pessoa certa. Base legal: o seu consentimento, dado na caixa de seleção — sem pré-marcação. Quem lê: a equipe responsável pelo assunto escolhido, por função, não por curiosidade.

Coleta mínima. Nenhum formulário do site pede CPF, RG, data de nascimento, gênero, raça, religião, orientação sexual, filiação política ou sindical, dado de saúde, dado biométrico, anexo de documento pessoal ou upload livre de arquivo.

Também nunca pedimos: relato de violência; identificação de vítima, criança, adolescente, agressor ou testemunha; endereço protegido, abrigo, rota de fuga ou coordenada de local sensível; dado sobre medida protetiva, boletim de ocorrência ou processo.

Se uma mensagem chegar com esse conteúdo — e às vezes chega, porque quem escreve está tentando explicar um problema real —, ela não é encaminhada adiante nem copiada para outros sistemas; respondemos indicando os canais públicos; eliminamos o conteúdo sensível assim que a resposta é enviada; e não o usamos em nenhuma análise, indicador ou relatório.

As páginas mais sensíveis do portal não têm nenhum campo de formulário. É decisão de segurança, não de economia.

O que o site registra sozinho, com quem compartilhamos e por quanto tempo

Dizer “não coletamos nada” seria mentira confortável. Para entregar uma página, o servidor registra data e hora, endereço pedido, tipo de navegador e endereço de rede. Escolha nossa: esses registros ficam guardados por nunca mais de 30 dias, o endereço de rede é truncado sempre que a plataforma permitir, e eles não são cruzados com nenhum formulário nem exportados para terceiro.

Hoje este site não mede audiência. Enquanto não escolhermos uma ferramenta que funcione sem cookie, sem identificador de pessoa e sem perfil entre sites, preferimos não medir nada a medir de um jeito que não consigamos explicar aqui.

Duas empresas operam pedaços da infraestrutura e, por isso, processam dados por nossa conta: a hospedagem e o serviço de e-mail — ambas a publicar, porque preferimos deixar a linha escrita assim a nomear um fornecedor que ainda não está contratado. Não compartilhamos com plataformas de anúncio, redes sociais ou corretores de dados; nem com a empresa que fornece a tecnologia do SOS; nem entre programas do próprio Instituto sem finalidade.

Os prazos de retenção por finalidade saem da tabela aprovada pelo jurídico e ainda estão a definir — nenhum prazo estimado é publicado no lugar deles. Documentos contábeis, fiscais e contratuais têm prazo legal de guarda que não podemos encurtar. Fora esses casos, se você pedir exclusão, nós excluímos.

Seus direitos, e como exercer

A Lei Geral de Proteção de Dados dá a você o direito de saber se temos dados seus, ver o que temos, corrigir, apagar, bloquear ou anonimizar, levar para outro lugar, saber com quem compartilhamos, mudar de ideia sobre o consentimento, se opor a tratamentos que não dependem dele e reclamar à ANPD.

Como pedir: abra o formulário de contato, escolha a rota “Direitos sobre meus dados pessoais” e diga o que quer — uma frase basta. Use, se possível, o mesmo e-mail do envio original; não pedimos foto de documento. Se não pudermos atender, dizemos qual é o motivo e qual é o fundamento, e informamos que você pode recorrer à Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Se houver incidente de segurança com risco relevante, comunicamos a ANPD e você, dizendo o que aconteceu, quais dados foram afetados, o que já fizemos e o que você pode fazer para se proteger. Não chamamos vazamento de “incidente técnico” e não avisamos só quem já descobriu.

Crianças, adolescentes, comunidades e territórios

Este site não é dirigido a crianças e adolescentes e não coleta dados deles. Nenhum formulário pede idade, escola, nome de filho ou qualquer informação de menor de 18 anos.

Enquanto a Política de Proteção de Crianças, Adolescentes e Adultos Vulneráveis estiver em elaboração, o Instituto não apoia nenhuma iniciativa que envolva tratamento de dados desses públicos. Isso é um bloqueio, não uma intenção.

Em nenhuma hipótese este site publica identidade de vítima, nome de criança, endereço protegido, rota de abrigo ou história individual — nem anonimizada, nem com consentimento. A prestação de contas de casos sensíveis é financeira e metodológica completa, sem transparência de identidade pessoal.

Sobre territórios: publicar o nome exato de uma comunidade pequena ou a coordenada de um território tradicional pode expor pessoas. Por isso publicamos no nível mais agregado que ainda seja útil, suprimimos contagens pequenas e garantimos que nenhuma combinação de filtros públicos leve a uma família, uma liderança ameaçada ou uma localização sensível. Quando um número é suprimido, dizemos que foi suprimido e por quê.

Fonte: Lei nº 13.709/2018 e especificação dos formulários publicados Estado do documento: publicado, sem número de versão atribuído Última revisão: 31/08/2026

Acessibilidade

Meta WCAG 2.2 AA, conferência interna e as barreiras que conhecemos.

Um portal que fala sobre proteger pessoas precisa funcionar para todas elas — inclusive para quem usa leitor de tela, navega só pelo teclado ou enxerga pouco.

Conformidade parcial declarada, sem auditoria externa. Não afirmamos conformidade total: afirmamos a meta, os testes que fizemos e as barreiras que conhecemos. Quando houver auditoria independente, publicamos o relatório e o plano de correção — inclusive o que ela reprovar.

O que já está feito, e foi conferido item a item

Navegação completa por teclado e foco sempre visível. “Pular para o conteúdo principal” como primeiro item focável. Estrutura de títulos em ordem, sem salto, e marcos de página nomeados.

Contraste medido par a par e registrado — texto do corpo a partir de 7:1, quando a norma exige 4,5:1. Nenhuma informação transmitida só por cor: todo estado tem rótulo escrito. Texto alternativo em toda imagem que informa.

Corpo de texto a partir de 19 pixels no computador e 18 no celular, nada abaixo de 16. Zoom até 200% sem perder conteúdo, sem rolagem lateral em telas de 320 pixels, e espaçamento de texto forçado sem corte.

Alvos de toque de 44 por 44 pixels com folga; telefones de ajuda pública e o atalho de volta ao início com no mínimo 48. Nenhum tempo limite, nenhum movimento que começa sozinho, e a preferência de movimento reduzido do seu aparelho é respeitada.

Todo gráfico e todo mapa trazem tabela equivalente na mesma página. O site funciona sem JavaScript, as páginas são leves e nada é carregado de outros sites — fontes, ícones e programas vêm do nosso próprio endereço.

O que ainda não está pronto

Uma barreira escrita pode ser cobrada; uma barreira escondida só é descoberta por quem tropeça nela. Estas são as que conhecemos em 31/08/2026:

  • Não há auditoria externa independente concluída. O que existe é a nossa própria conferência.
  • Nenhum teste com tecnologia assistiva foi concluído e registrado em ficha própria — com tecnologia, versão, sistema, navegador e data. Enquanto essa lista estiver vazia, este portal não afirma compatibilidade com nenhuma tecnologia assistiva, sistema ou navegador específico.
  • Documentos em PDF publicados podem não estar totalmente acessíveis: marcação, ordem de leitura e tabelas dependem de como o arquivo foi gerado, e parte deles é documento registrado que não podemos refazer. Alternativa em HTML sempre que possível.
  • Em gráficos e mapas, a leitura ainda depende da tabela equivalente: explorar o desenho ponto a ponto pelo teclado ainda não existe.
  • Não temos versão em Libras, material em braille nem tradução para outros idiomas.
  • Não há ajuste fino de impressão: a página imprime, mas sem versão preparada para papel.

Barreiras já corrigidas: nenhuma registrada até 31/08/2026. Quando uma for corrigida, ela sai da lista acima e entra no histórico, com data — não apagamos o histórico.

Como testamos, e o que teste automático não pega

A cada publicação, automaticamente: contraste de cada par de cor; imagem sem descrição e imagem quebrada, com meta de zero; ordem de títulos, marcos e idioma declarado; contorno de foco; rolagem lateral em três larguras; peso da página e contagem de origens externas; erros de programa e endereços quebrados.

Antes de publicar, com pessoas: navegação por teclado do começo ao fim; leitura com leitor de tela; ampliação até 200%; teste em celular simples e conexão lenta; e leitura da qualidade de cada descrição de imagem — não basta existir, tem que descrever.

Ferramenta automática encontra a parte mais fácil dos problemas. Ela diz se existe descrição na imagem, mas não se a descrição descreve alguma coisa. Este portal não afirma ter sido testado por pessoas com deficiência, porque isso ainda não aconteceu. O teste de leitura com pessoas idosas também está previsto e ainda não foi feito.

Não instalamos barra de acessibilidade nem exibimos selo. Essas barras costumam atrapalhar os leitores de tela que as pessoas já usam e carregam programas de outra empresa dentro das nossas páginas. Preferimos consertar o site por dentro. Selo não é auditoria.

Peça um conteúdo em outro formato, ou relate uma barreira

Se alguma coisa aqui não está acessível para você, não precisa esperar a gente consertar o site inteiro. Conseguimos preparar hoje: documento em HTML ou texto simples no lugar do PDF; dados de um gráfico ou mapa em tabela; descrição escrita de imagem, diagrama ou cena; transcrição de áudio ou vídeo; e o conteúdo de uma página inteira em um arquivo de texto.

Ainda não produzimos vídeo em Libras, material em braille nem tradução. Peça mesmo assim: registramos, dizemos se conseguimos, com quem e em quanto tempo — e, quando não conseguirmos, dizemos isso em vez de deixar você esperando.

Para relatar uma barreira, conte qual página, o que você tentou fazer e qual tecnologia estava usando. Confirmamos o recebimento, tentamos reproduzir com a mesma tecnologia, classificamos, corrigimos ou registramos a barreira aqui — e avisamos quando a correção estiver no ar. Relato sem nome também é corrigido.

Barreira que impede alguém de chegar aos telefones de ajuda pública, a um documento obrigatório ou a um canal de contato entra na frente de qualquer outra correção. É a única fila que assumimos publicamente. O caminho é o formulário de contato; o endereço de e-mail próprio de acessibilidade é a publicar, e ainda não publicamos prazo de resposta porque não temos um que possamos garantir.

Meta declarada: WCAG 2.2, nível AA Auditoria externa: não contratada Quem verificou: a equipe que construiu o site Última verificação: 31/08/2026

Notícias

Publicamos quando há fato novo com documento. Publicações até hoje: nenhuma.

Uma publicação nasce quando existe algo que já aconteceu, um documento que a sustenta, uma data e uma pessoa que responde pela informação. Não temos calendário de publicação, e é de propósito: um mês sem publicação significa que não houve fato novo comprovável naquele mês.

Ver o texto completo: as cinco categorias, as sete regras e a nota para jornalistas

Notícias

Publicamos quando há fato novo com documento.

Uma publicação nasce quando existe algo que já aconteceu, um documento que a sustenta, uma data e uma pessoa que responde pela informação.

O que vira notícia aqui

Fato com documento, data e responsável.

Instrumento assinado e liberado para divulgação, chamada aberta, organização selecionada, programa estadual contratado, medição concluída, política aprovada. Cada um entra com a data e a fonte que permitem conferir.

Não temos calendário de publicação, e é de propósito: um mês sem publicação significa que não houve fato novo comprovável naquele mês. Sala de imprensa que publica todo mês publica propaganda em algum deles.

Ver o estado de cada frente

As cinco categorias, e o que cada uma exige
Atualização de projeto
Mudança de estágio, entrega concluída, marco atingido, piloto iniciado, projeto suspenso ou encerrado. Exige documento que comprove a mudança, novo rótulo de estágio, data-base e responsável. Mudança sem documento vira pendência, não publicação.
Formação e evento
Oficina, curso, seminário ou mesa técnica. Exige data, local, quem realizou, quem participou em nível institucional e o resultado.
Nota técnica
Análise metodológica ou posição institucional. Exige método declarado, fonte de cada número com data e recorte, autoria identificada e limitações escritas. Nota técnica sem método é opinião — e opinião é apresentada como opinião.
Prestação de contas em linguagem simples
Tradução, em português comum, de um documento já publicado. O documento-fonte vem antes ou junto; a tradução nunca traz número que não esteja nele.
História autorizada
Relato de uma iniciativa ou comunidade, com autorização por escrito, específica e revogável, leitura prévia pela pessoa ou organização e nenhuma exposição de quem está em risco.

Não existe categoria institucional genérica e não existe categoria de release. Se um texto não cabe em nenhuma das cinco, ele não é publicado.

As sete regras que decidem se um fato vira publicação
  1. Fato consumado, não intenção. Plano, expectativa, negociação em curso e proposta enviada não são fato.
  2. Documento antes do texto. Toda publicação aponta para o que a sustenta.
  3. Estágio e data-base sempre juntos.
  4. Todo número com valor, fonte, data e recorte. Sem os quatro, o número sai do texto.
  5. Terceiro só com autorização. Sem ela, o texto descreve o fato sem nomear.
  6. Limite na mesma tela. Se a publicação fala de proteção, tecnologia ou resultado, ela diz também até onde aquilo vai.
  7. Assinatura e correção. Quem responde pela informação e o canal de correção. O que for corrigido fica registrado, não some.

Cinco coisas não viram publicação em nenhuma circunstância: caso individual de violência; pessoa identificável em situação de vulnerabilidade, nem com autorização; anúncio de parceria sem instrumento assinado e autorização de divulgação; resultado apresentado como impacto sem desenho de avaliação; e conteúdo pago, permuta ou publieditorial.

Famílias atingidas pelo feminicídio não são pauta de comunicação deste Instituto.

Este site não tem seção de comentários: não temos equipe de moderação permanente, e um espaço aberto numa página que fala de violência cria risco de exposição de terceiros.

Para jornalistas

Falamos com a imprensa sobre o que está documentado. Se a matéria tem prazo curto e a informação ainda não está pronta, dizemos isso em vez de estimar: é preferível aparecer como quem não tinha o dado a aparecer como quem inventou um.

Oferecemos: entrevista com quem responde institucionalmente pelo tema; documentos públicos e a metodologia por trás de cada número; explicação sobre o desenho de cada programa, inclusive sobre os seus limites.

Não fornecemos: contato de pessoa atendida ou família; caso individual, ocorrência ou dado de saúde; endereço de serviço de proteção, rota ou abrigo; imagem de pessoa sem autorização escrita para aquele uso; número que ainda não tenha fonte, data e método, inclusive sob pedido de urgência; e confirmação de negociação ou contrato antes da assinatura e da autorização de divulgação.

Ainda não temos banco de imagens institucionais liberado, e o contato específico de imprensa é a publicar. Até lá, o caminho é o formulário de contato.

Publicações até 31/08/2026: nenhuma Fonte: registro editorial interno do Instituto Conteúdo revisado em: 31/08/2026 Responsável pela informação: Direção do Instituto Encontrou informação vencida ou incorreta? Escreva pelo formulário de contato: corrigimos e registramos a correção.

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns, em uma resposta cada.

O Instituto vende software ou atende emergências?

Nem uma coisa nem outra. Não somos fornecedor de software nem central de atendimento. Estruturamos programas, articulamos quem precisa estar na mesa, formamos quem vai operar, medimos e prestamos contas.

Quem dirige o Instituto?

A composição da direção entra nesta página junto com a ata que a elegeu, hoje em preparação para publicação. Preferimos não listar nomes sem comprovante. Veja Governança e parcerias.

Quais são os parceiros do Instituto?

Nenhuma parceria assinada e autorizada para divulgação até hoje: nenhum nome, nenhum logotipo, nenhum caso. A cooperação com a Hectare Service, titular da tecnologia do SOS, ainda não tem instrumento assinado, e o vínculo societário entre as duas entidades está declarado.

Sou gestor público. Quanto custa e quanto tempo leva?

Este site não publica preço, tabela, faixa nem calculadora, e não damos prazo antes do diagnóstico. Uma primeira conversa pode acontecer em semanas; um piloto responsável leva meses. Veja Para governos.

O site usa cookies ou rastreia quem visita?

Não. Não grava nada no aparelho, não mede audiência e não usa rastreador de publicidade, gravação de sessão nem mapa de calor. Só coletamos o que você digita num formulário.

Onde estão o estatuto e os documentos?

No índice de Transparência e documentos, com o estado real de cada peça. Estatuto, cartão CNPJ e ata de eleição estão a publicar; as políticas, em aprovação. Documento sem link é documento que ainda não está publicado.

Sou gestor público ou parceiro

Para governos e parceiros

O material institucional está todo aqui, dobrado e à mão.

Cada item abaixo abre o texto completo, com fonte, data-base e o estado real de cada documento. Nada foi retirado desta página: foi organizado para quem chega primeiro.

Abrir uma conversa institucional Conhecer o programa do SOS

Estado do dado: nenhum instrumento assinado · nenhum órgão contratante · documentos a publicar Conteúdo revisado em: 09/09/2026 Responsável pela informação: Direção do Instituto Encontrou informação vencida ou incorreta? Escreva para o Instituto — corrigimos e registramos a correção.