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O filme começa em 3
Mulher adulta de pé na cozinha de casa, vista de lado, com a boca aberta chamando em direção a um corredor escuro. Sobre a bancada, ao lado dela, um celular com a tela acesa.

Programa social

Você não aperta nada.
Você grita socorro.

Quem está em perigo não desbloqueia a tela, não procura o ícone e não acerta o botão. Grita. O celular ouve e manda o pedido para quem pode ajudar.

Entender em 30 segundos Falar sobre um programa estadual

Aberto a contratação Nenhum programa estadual contratado Última revisão: 9 de setembro de 2026

Fotografias desta página: imagens conceituais geradas por inteligência artificial. Não retratam pessoa, caso ou operação real.

Em 30 segundos

Três coisas acontecem quando você pede socorro.

  1. Você grita socorro. Só isso.

    Na hora do perigo, ninguém abre o celular para procurar um botão. Grita. O aparelho reconhece a palavra dentro dele mesmo, sem gravar nem enviar áudio.

  2. O celular manda o pedido.

    Vai a sua localização e só o que você autorizou antes. Você pode cancelar. Pedidos repetidos viram um só.

  3. Quem pode ajudar recebe.

    As pessoas de confiança que você escolheu e a central do seu Estado, que decide como responder. O Instituto não recebe pedidos e não aciona ninguém.

Casos de uso

Três situações em que segundos importam.

Situações descritas, não casos reais. Em todas elas, alguém precisa pedir: o programa não percebe nada sozinho.

Mulher na cozinha, de lado, chamando em direção ao corredor escuro; o celular na bancada está com a tela acesa.

Em casa, sem poder pegar o celular

Ela está na cozinha; o perigo, no corredor. Não dá para desbloquear a tela nem procurar o ícone. Ela diz a palavra, e o celular na bancada acende. O filme conta essa história.

O que o celular faz

  • Ouve a palavra socorro, dentro dele mesmo.
  • Manda o pedido com a localização, sem ela tocar na tela.
  • Avisa quem ela escolheu e a central do Estado.

Homem idoso caído no chão da sala de uma casa simples, apoiado num cotovelo, com a boca aberta chamando e o braço estendido em direção a um celular sobre a mesinha, cuja tela está acesa em lilás.

Sozinho em casa, depois de uma queda

Ele mora sozinho. Cai ao lado do sofá e não alcança o celular na mesinha. Grita socorro, e o aparelho ouve. O pedido sai dali com o endereço, para quem ele escolheu antes.

O que o celular faz

  • Reconhece a voz mesmo com o aparelho fora do alcance da mão.
  • Envia a localização de casa e o contexto autorizado.
  • Não percebe a queda sozinho: foi a voz dele que pediu.

Ler sobre o programa para pessoas idosas

Moradores de um prédio descendo a escada às pressas durante uma emergência, entre eles uma mãe com criança no colo e um senhor idoso; vários celulares estão com a tela acesa em lilás.

Muita gente pedindo ao mesmo tempo

Um princípio de incêndio no prédio. Na escada, vários moradores gritam socorro. Cada celular manda o próprio pedido, com a mesma localização, para a central do Estado, que aplica o protocolo dela.

O que o celular faz

  • Cada aparelho reage à voz do próprio dono.
  • Todos os pedidos chegam com o endereço do prédio.
  • Quem decide o que fazer é a central pública, não o aplicativo.

Como o pedido entra na central

Leitura guiada

Leia só o que interessa, no seu ritmo.

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Como funciona

Entra no aplicativo que o seu Estado já usa. Botão ou voz, o pedido é o mesmo.

O SOS não é um aplicativo novo. Ele entra no aplicativo que o seu Estado já usa, e é o órgão público quem define quem participa.

Para pedir ajuda, há um botão grande dentro do aplicativo, em Android e iPhone. No Android, dá para dizer a palavra socorro: o celular reconhece a palavra dentro dele mesmo, sem gravar nem enviar áudio para lugar nenhum. No iPhone, o caminho por voz é o que a própria Apple oferece.

O pedido leva a sua localização e o que você autorizou antes. Ele chega à central do seu Estado e às pessoas de confiança que você escolheu. O Instituto não recebe pedidos e não aciona ninguém.

Ver o texto completo: a voz, os sete passos e o que cada celular permite

A voz

No Android, o aparelho ouve a palavra socorro.

A escuta acontece no próprio celular, sem enviar áudio para lugar nenhum. Reconhecida a palavra, o aparelho encaminha o pedido pelo mesmo caminho do botão.

Mesmo caminho quer dizer mesmo destino: o pedido chega até onde o programa do contratante define. O Instituto não opera central e não aciona serviço público por ninguém.

Celular apoiado sobre uma mesa de madeira, com a tela acesa mostrando o desenho de uma onda sonora; a luz da tela se derrama na madeira em volta.
A palavra é reconhecida dentro do próprio aparelho. O que sai dali é o pedido, pelo mesmo caminho do botão. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, caso, comunidade ou operação real. Estado do dado: ilustração
O que ainda depende de definição do programa

Esta página só descreve o que já está decidido. O que ainda não está fica escrito como pendência, e não como promessa — em um programa de proteção, a diferença entre as duas coisas é tudo.

  • Aparelhos e versões de sistema em que o caminho por voz fica disponível: a definir no programa.
  • Funcionamento com a tela bloqueada: a definir no programa.
  • Idiomas e variações de fala reconhecidas, além do português: a definir no programa.
  • Distância, ruído e demais condições de ambiente: a definir no programa.
  • Taxa de acerto e de acionamento indevido: a definir no programa. Não há medição publicada, porque não há piloto formalizado.
  • Palavra de ativação própria no iPhone: depende de capacidades e políticas da plataforma, como esta página descreve em “Como funciona”.

Nada disso muda o desenho do caminho: por botão ou por voz, o pedido chega até onde o programa do contratante define, e a decisão operacional continua sendo do órgão público.

Fonte: desenho institucional do programa, registro interno do Instituto Estado do dado: atual Última verificação: 31/08/2026

Como funciona

Sete passos, do primeiro diagnóstico à operação em campo.

A tecnologia entra no aplicativo e na central que o órgão público já usa. O Instituto estrutura o programa social em torno dela.

  1. 01

    Quem participa

    O órgão define público, elegibilidade e território.

  2. 02

    Onde entra

    No aplicativo que o órgão já usa. Ninguém troca de aplicativo.

  3. 03

    Consentimento

    A pessoa configura permissões e caminhos de acionamento.

  4. 04

    Acionamento

    Botão ou voz iniciam o mesmo pedido.

  5. 05

    O que segue

    Só a localização e o contexto que ela autorizou.

  6. 06

    Quem responde

    A central do contratante aplica o protocolo dela.

  7. 07

    Crescimento

    Piloto medido, e expansão só por ondas aprovadas.

Celular deitado sobre uma mesa de cozinha de madeira, com a tela acesa mostrando uma onda sonora abstrata que derrama luz na madeira em volta; ao lado, uma caneca. Ao fundo, muito fora de foco, a silhueta de uma pessoa em pé diante da janela.
Botão ou voz iniciam o mesmo pedido. O caminho por voz depende da plataforma do aparelho e da homologação feita com o órgão. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, caso, comunidade ou operação real. Estado do dado: ilustração
Por que este intervalo existe

Pedir socorro parece simples: pegar o telefone e ligar. Na prática, exige achar o aparelho, desbloquear, encontrar o número, falar, explicar onde se está e conseguir manter a ligação. Cada etapa é uma barreira — e algumas situações eliminam quase todas as opções ao mesmo tempo. Uma mulher que não pode ser ouvida. Uma pessoa idosa que caiu e não alcança o aparelho. Alguém sem sinal, sem crédito ou sem calma.

Do outro lado existe uma operação pública que já funciona: central, protocolo, equipe e viatura. O problema raramente é a ausência de resposta — é a distância entre a pessoa e o momento em que a resposta pode começar. O programa social do SOS trabalha exatamente nesse intervalo.

O que funciona em cada aparelho

Aqui não simplificamos: cada sistema operacional permite uma coisa diferente, e prometer o que o aparelho não faz é a forma mais rápida de quebrar a confiança de um programa de proteção.

Caminhos de acionamento e o que cada plataforma permite hoje.
CaminhoSituação
Botão no aplicativo — Android e iPhone Funciona nos dois sistemas. É o caminho principal e não depende de assistente de voz para operar.
Voz no Android Disponível conforme a configuração do aparelho e a homologação feita com o órgão.
Voz no iPhone Mediada pelo próprio sistema, por Siri, App Intents, Atalhos e Atalho Vocal. É o caminho que a plataforma da Apple oferece.
Botão de Ação e Back Tap (iPhone) Gatilhos físicos ou de acessibilidade que podem ser configurados para invocar uma ação compatível. Não são recursos de voz e não devem ser apresentados como tal.
Palavra de ativação própria no iPhone Depende de capacidades e políticas da Apple. Um Estado pode buscar diálogo institucional com a empresa, mas ninguém aqui promete autorização, prazo ou resultado.
Acessório físico O Hecta Case é um produto físico opcional e posterior, para projetos que precisem de resiliência adicional. Não faz parte do pacote básico.
Como um programa estadual é construído, fase a fase
Fase 1 · Diagnóstico
Público, território, capacidade da central, aplicativo hospedeiro, protocolo vigente e riscos.
Fase 2 · Desenho
Escopo, elegibilidade, fluxo, tratamento de dados, papéis e indicadores.
Fase 3 · Instrumento
Contrato ou parceria com responsabilidades, prazos e critérios de aceite.
Fase 4 · Integração
Adaptadores, contratos de interface, ambiente de homologação e testes com dados sintéticos.
Fase 5 · Homologação
Critérios de aceite conjuntos, verificados e assinados.
Fase 6 · Piloto
Grupo reduzido, medição, ajuste e decisão de seguir, pausar ou reverter.
Fase 7 · Expansão
Ondas aprovadas, cada uma com capacidade operacional verificada antes.
Fase 8 · Prestação de contas
Indicadores, aplicação dos recursos e relatório por competência.

Nenhuma fase é pulada por pressa política ou por prazo de campanha. Uma expansão sem capacidade de resposta não é avanço: é a criação de uma expectativa que a operação não vai conseguir cumprir. Nenhuma fase foi executada com Estado ou órgão até o momento.

Quanto custa, e para onde vai o que entra

A tabela social está publicada, e ela é provisória. Os valores por faixa estão em A condição social, com a origem do desconto, o vínculo societário declarado e o que ainda falta para a condição valer.

Provisória quer dizer isto, sem eufemismo: os números ainda dependem de aprovação institucional, validação contábil e tributária, revisão jurídica e definição de piso, teto, reajuste e arredondamento — e nenhum deles vincula o Instituto antes do instrumento assinado. Um gestor público não deve fechar orçamento em cima de tabela provisória; deve usá-la para saber se vale abrir a conversa.

O que já está decidido é o desenho: a contratação é por Estado ou órgão estadual, o valor é calculado pela quantidade mensal de pessoas licenciadas e as faixas são progressivas por blocos — cada parcela usa o valor do seu bloco, sem aplicar o menor preço à base inteira. Testes, duplicidades e licenças desabilitadas não entram na medição. O Estado administra a base individual e certifica apenas a quantidade agregada: nem o Instituto nem o fornecedor da tecnologia precisam receber nomes, localizações ou ocorrências para faturar a licença.

“Pessoa licenciada no programa” quer dizer o quê? Que a tecnologia está disponível para uma pessoa única, habilitada em produção pelo órgão. Não quer dizer resposta estatal assegurada nem risco eliminado. É uma medida de disponibilidade, não de proteção.

Quando houver contrato, o site responderá três perguntas em cada competência: quanto o Estado contratou, quanto remunerou a licença tecnológica e onde o Instituto aplicou os recursos sob sua responsabilidade — com tabela acessível e números conciliados. Nenhuma porcentagem de destinação será divulgada antes da aprovação da Política de Transparência e Aplicação Institucional dos Recursos, do orçamento e dos centros de custo.

Fonte: desenho institucional do programa, registro interno do Instituto Estado do dado: atual Data-base: 31/08/2026 Fotografias desta página: imagens conceituais geradas por inteligência artificial; não retratam pessoa, operação, território ou implantação real

Para quem é

Mulheres em situação de violência, pessoas idosas que moram sozinhas e o serviço público que atende.

Mulheres

Menos toques e menos tempo procurando o ícone, quando segundos e silêncio importam. Quem entra é definido pelo órgão público. Não substitui a medida protetiva nem a rede de atendimento.

Pessoas idosas

Botão grande, caminho por voz e poucos passos. Não é detector de queda: alguém precisa pedir. Quem decide o que é compartilhado é a própria pessoa, mesmo com ajuda para configurar.

Segurança pública

O pedido entra na central que o Estado já opera, com localização autorizada e contexto padronizado. Quem decide e despacha continua sendo o órgão público.

Ver o texto completo sobre mulheres e pessoas idosas

Público 1 · Mulheres

Menos etapas entre a decisão de pedir e o pedido feito.

Uma tecnologia não interrompe a violência. Ela pode encurtar o caminho entre um pedido e a operação pública que responde — e é isso, nem mais, que este pilar se propõe a fazer.

O que muda é o caminho: menos toques, menos tempo procurando o ícone, menos necessidade de falar. Quanto isso representa, em número, ainda não foi medido. Em uma situação em que segundos e silêncio importam, isso não é pouco.

O que este pilar pode oferecer
  • Acionamento em menos passos, pelo botão dentro do aplicativo do programa.
  • Caminho por voz, conforme a plataforma e a homologação, para quando não é possível tocar a tela.
  • Envio da localização e do contexto que a pessoa autorizou previamente.
  • Registro da ocorrência na central definida pelo programa, com recibo de recebimento.
  • Possibilidade de cancelar o pedido e de evitar acionamentos duplicados.

O que ainda não foi medido: não há dado publicado sobre número de toques, tempo até o pedido chegar à central ou taxa de recebimento. Sem programa contratado e sem piloto formalizado, não há medição. Estado do dado: indisponível.

O que este pilar não faz
  • Nenhuma tecnologia interrompe a violência. Isso depende de política pública, rede de proteção, medida judicial e resposta do Estado.
  • Não assegura atendimento nem tempo de resposta. Isso depende da operação pública, da rede disponível e do protocolo do órgão.
  • Não substitui a medida protetiva, o boletim de ocorrência, o atendimento especializado ou a rede de acolhimento.
  • Não monitora o agressor e não é dispositivo de vigilância.
  • Não avalia risco por inteligência artificial. A decisão sobre risco, prioridade e encaminhamento é humana.
  • Não é canal do Instituto. Nós não recebemos o pedido, não atendemos e não acionamos ninguém.
Como o pedido é feito, item a item
Desenho do acionamento. Não é resultado medido, e cada item depende do aplicativo e do protocolo do órgão contratante.
ItemComo funciona
BotãoDentro do aplicativo definido pelo programa, em Android e iPhone. Caminho principal, sem depender de assistente de voz.
VozNo Android, conforme o aparelho e a homologação. No iPhone, pelos caminhos do próprio sistema.
DiscriçãoDepende do desenho do aplicativo hospedeiro, que é do órgão. É item obrigatório do diagnóstico, definido com a rede especializada — não uma promessa de página.
CancelamentoUm pedido pode ser cancelado. O cancelamento é registrado, com motivo, e não gera penalidade para quem acionou.
DuplicidadeAcionamentos repetidos da mesma pessoa em curto intervalo viram um único pedido, para não ocupar a central com registros duplicados.
Quem entra, e por que a central não é o contato de confiança

Os critérios de elegibilidade são definidos pelo órgão público responsável. Em alguns desenhos o programa é vinculado a mulheres com medida protetiva de urgência deferida; em outros, a critérios da política estadual. O Instituto não seleciona participantes, não mantém cadastro individual e não decide quem entra ou sai. Quando o programa exigir medida protetiva, isso precisa estar escrito no material do órgão — para que ninguém acredite estar amparada por um cadastro que não completou.

Contatos de confiança são pessoas que a participante escolhe para serem avisadas. A central é a operação pública que recebe a ocorrência e aplica o protocolo. Um não substitui o outro, e um pode funcionar quando o outro não funciona. O programa precisa dizer isso em linguagem simples, no momento do cadastro — que acontece no aplicativo do órgão, nunca neste site.

A ocorrência gerada pelo SOS entra no fluxo que o órgão já opera, com a mesma classificação, a mesma triagem e a mesma cadeia de decisão. Onde houver rede especializada de atendimento à mulher, a integração é desenhada com ela, e não por cima dela.

O que os dados oficiais mostram — e o que eles não mostram

O Ministério das Mulheres informou crescimento de 27% nas denúncias e de 10% nos atendimentos registrados pelo Ligue 180 no primeiro trimestre de 2026.

Como ler esse número. Denúncias, atendimentos e violações são métricas diferentes e não devem ser somadas nem trocadas entre si. Um aumento de registros no canal também pode refletir maior confiança, maior divulgação ou mudança de metodologia — não apenas variação da violência. E nenhum desses números mede a incidência total de violência no país, porque grande parte dela nunca chega a um canal. Este dado descreve o movimento de um canal público; não diz nada sobre o programa social do SOS, que não tem resultado medido.

Fonte: Ministério das Mulheres, abril de 2026 · Recorte: primeiro trimestre de 2026 · Estado do dado: registros do canal · Notícia oficial do Ministério das Mulheres

Por que esta página é assim
  • Os canais públicos vêm antes de qualquer coisa nossa. Quem precisa de ajuda não deve ter que ler sobre o Instituto para encontrar um telefone.
  • Há um atalho fixo de volta ao início, alcançável pelo teclado, para não obrigar ninguém a rolar a página inteira no celular. Ele é um link comum: não apaga o histórico do navegador, e nós dizemos isso em vez de fingir que apaga.
  • Não há rastreador de publicidade, gravação de sessão ou mapa de calor. Nenhuma ferramenta de terceiro observa quem está lendo.
  • Não existe formulário para relatar violência. Nenhum campo desta página aceita descrição de caso, nome de vítima, nome de agressor, endereço ou informação de criança.
  • As imagens não encenam agressão. Não usamos fotografia de sofrimento, ameaça ou marca de violência no corpo.
  • Nenhuma versão desta página vai ao ar sem leitura de organização ou profissional com experiência em violência de gênero. Revisão especializada: a registrar antes da publicação.
Mulher adulta caminha de costas por um corredor à noite, iluminado apenas ao fundo. Dentro do bolso da jaqueta jeans, a tela acesa do celular faz o tecido brilhar por dentro.
O aparelho fica no bolso, aceso. O que a cena mostra é o pedido começando — não o desfecho. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, caso, comunidade ou operação real. Estado do dado: ilustração

Estágio: aberto a contratação Programas contratados para este público: nenhum Data-base: 31/08/2026

Público 2 · Pessoas idosas

Pedir ajuda deveria caber em um gesto.

Senhora de cabelos brancos sentada no chão do quarto, ao lado da cama, apoiada com um braço no colchão e com a boca aberta chamando por ajuda. Na mesinha de cabeceira, um celular apoiado em pé, com a tela acesa.
Alcançar o aparelho, desbloquear e discar nem sempre é possível. É esse intervalo que o programa trabalha — o pedido, não o desfecho. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, caso, comunidade ou operação real. Estado do dado: ilustração

Envelhecer bem tem a ver com autonomia. A tecnologia que ajuda é a que dá um caminho a mais para pedir ajuda — e some do caminho no resto do tempo.

Um botão grande, um caminho por voz, poucos passos e nenhuma câmera apontada para a sala de ninguém.

O que este pilar não é
  • Não é detector de queda. Ele não percebe sozinho que algo aconteceu. Alguém precisa acionar.
  • Não é telemedicina e não substitui consulta, atendimento ou orientação profissional de saúde.
  • Não é monitoramento clínico. Não mede sinais vitais, não acompanha medicação, não emite diagnóstico.
  • Não é rastreamento. A localização é enviada quando há pedido de ajuda e conforme a autorização dada.
  • Não substitui a rede de cuidado. Família, vizinhança, atenção básica e serviços públicos continuam sendo o principal.
  • Não assegura atendimento. Quem responde é o serviço público, com o protocolo dele.

Nenhum módulo de detecção de queda, telessaúde ou monitoramento clínico está contratado ou homologado. Se algum vier a ser, será descrito nominalmente, com data e evidência. Até lá, não existe.

Quando alguém ajuda a configurar

Muita gente vai precisar de ajuda para instalar e configurar, e isso é normal. O programa prevê configuração assistida por familiar ou cuidador, conforme a política do órgão. Mas há uma regra que não se negocia: quem decide o que é compartilhado é a pessoa titular do aparelho. Ajudar a configurar não é decidir por ela.

  • A pessoa entendeu o que o aplicativo faz e o que ele não faz.
  • A pessoa escolheu os próprios contatos de confiança.
  • A pessoa sabe como cancelar um pedido e como desinstalar o aplicativo.
  • Quem ajudou não ficou com acesso permanente aos dados dela.
  • A pessoa pode mudar tudo isso depois, sozinha ou com apoio.
Autonomia não se terceiriza

Programas para pessoas idosas costumam escorregar no mesmo ponto: começam como cuidado e terminam como controle. Este é desenhado para não escorregar. A pessoa idosa é a titular dos próprios dados e das próprias decisões, mesmo quando precisa de apoio para operar o aparelho.

Na prática: consentimento informado dado por ela; localização enviada apenas em um pedido de ajuda e conforme autorização; contatos de confiança escolhidos por ela; possibilidade de sair do programa a qualquer momento, sem justificativa; e nenhuma funcionalidade de acompanhamento contínuo que ela não tenha ligado sabendo o que estava ligando.

Acessibilidade é requisito, não gentileza. Botão grande e com contraste alto, texto que aumenta sem quebrar a tela, compatibilidade com leitor de tela, poucos passos sem tempo limite e linguagem simples — tudo isso entra como critério de aceite na homologação. Do outro lado, a central precisa estar preparada para conversar com paciência com quem está com medo, com dor ou com dificuldade de audição.

Situações em que um caminho mais curto faz diferença

Os exemplos abaixo descrevem situações, não diagnósticos. O programa não avalia condição de saúde de ninguém.

  • Um mal-estar em casa, quando falar ao telefone e explicar o endereço é difícil.
  • Uma queda em que o aparelho está por perto, mas discar não é possível.
  • Uma saída que virou confusão de trajeto, longe de casa.
  • Uma situação de risco ou de violência dentro da própria casa — inclusive por parte de quem cuida.
  • Um momento em que a pessoa quer avisar alguém de confiança, sem acionar a emergência.

Existem contextos em que o celular sozinho não dá conta — falta de sinal, bateria, dificuldade de manuseio. Para esses casos, o Hecta Case é um produto físico opcional, avaliado projeto a projeto. Não faz parte do pacote básico e só aparece em um programa estadual se estiver contratado, com custo, propriedade dos equipamentos, manutenção e continuidade definidos por escrito.

Disque 100, e por que ele importa aqui

Violência contra pessoa idosa muitas vezes acontece dentro de casa e é praticada por alguém próximo. Se você suspeita de maus-tratos, negligência, abandono ou apropriação de dinheiro e bens de uma pessoa idosa, o Disque 100 é o canal: gratuito, 24 horas, com possibilidade de denúncia anônima. Voltar aos telefones no alto desta página.

A escala do envelhecimento no Brasil

O Censo 2022 registrou 32.113.490 pessoas com 60 anos ou mais no Brasil — 15,8% da população residente.

Como ler esse número. Ele mostra a escala do envelhecimento da população brasileira e explica por que políticas voltadas a esse público deixaram de ser secundárias. Ele não é número de pessoas atendidas, não é demanda medida por esta tecnologia, não é meta e não prova, sozinho, demanda ou eficácia do SOS. Os dois valores são publicados sempre juntos; o percentual nunca aparece isolado.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2022 · Recorte: população residente com 60 anos ou mais, Brasil · Estado do dado: observado · Publicação do Censo 2022, no site do IBGE (PDF)

Estágio: aberto a contratação Módulos de saúde contratados: nenhum Última verificação: 31/08/2026

O que o SOS não faz

Um programa de proteção que promete demais é um programa perigoso.

  • Não substitui o 180, o 190, o 192, o 193 e o Disque 100. Ele encurta o caminho até eles.
  • Não garante que alguém chegue, nem em quanto tempo. Isso depende da operação pública.
  • Não decide por algoritmo. Prioridade e encaminhamento são decisões humanas do órgão.
  • Não vigia. Não grava áudio, não rastreia e não aponta câmera para a sua casa.
  • Não é canal do Instituto. Nós não recebemos pedidos, não atendemos e não acionamos ninguém.
Ver a lista completa dos limites

Limites

Um programa de proteção que promete demais é um programa perigoso.

Por isso os limites ficam na mesma tela do benefício, e não em nota de rodapé. Leia antes de decidir.

Complementa, não substitui

O programa não substitui 180, 190, 192, 193, Disque 100 ou os protocolos locais. Ele encurta o caminho até eles.

Não assegura resposta

Disponibilidade, entrega do pedido e tempo de atendimento dependem da topologia, da rede, da operação do órgão e do nível de serviço contratado.

Não decide por algoritmo

Triagem, classificação, risco e prioridade são decisões humanas do órgão. Nenhuma inteligência artificial julga quem é atendido primeiro.

Senhora de cabelos brancos sentada no sofá da sala de casa; ao lado, agachada na altura dela, uma mulher de meia-idade em roupas comuns conversa com ela. Não há uniforme, distintivo nem viatura na cena.
Quem chega é um contato de confiança escolhido pela própria pessoa — não é serviço público acionado pelo Instituto. Nada aqui assegura que alguém chegue: o programa trata do pedido. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, caso, comunidade ou operação real. Estado do dado: ilustração
A lista completa dos limites
  • O Instituto não é central de emergência. Não recebemos pedidos de socorro, não acionamos polícia e não operamos plantão.
  • Não integra com tudo. Sistemas de videomonitoramento, despacho ou centrais de terceiros só aparecem como integrados depois de documentação real, acesso de homologação e critérios de aceite cumpridos.
  • Não exibe câmeras, imagens ou estados simulados em demonstração. Se aparecer uma tela, ela é real e sanitizada, ou não aparece.
  • Não usamos expressões que prometem desfecho humano — em nenhum material do programa, nosso ou de terceiros. Descrevemos capacidade técnica, nunca desfecho.
  • A tabela social publicada é provisória e não vincula o Instituto: não é proposta, não é oferta e ainda depende de aprovação institucional, contábil, tributária e jurídica.
  • Não há instrumento assinado e publicável com o fornecedor da tecnologia.
  • Não há indicador com valor medido, porque não há programa formalizado.

Quando cada item tiver documento, data e responsável, ele aparece aqui — com a fonte à vista. Preferimos dizer o que falta a sugerir o que não existe.

Fonte: matriz de alegações do portal Última revisão: 31/08/2026 Responsável pela informação: a publicar

Quanto custa

Um café por mês, pago pelo Estado. A pessoa não paga nada.

A tecnologia é da Hectare Service. No canal social, ela aceita receber uma fração do que cobraria de um cliente comercial, para que o Estado pague entre R$ 4,90 e R$ 2,40 por pessoa por mês, conforme a quantidade de pessoas no programa.

A tabela é provisória: não é proposta nem oferta, e nenhum número vale antes de contrato assinado. Ela está publicada para um gestor saber a ordem de grandeza antes de abrir a conversa.

Os sócios da Hectare Service também dirigem o Instituto. Dizemos isso antes que alguém pergunte: há regras para esse vínculo, e nenhum contrato é assinado antes delas.

Ver a tabela social, de onde vem o preço e o vínculo declarado

A condição social

A mesma tecnologia do mercado, pelo preço de um café por mês.

O SOS não nasceu dentro do Instituto. Ele pertence à Hectare Service, a empresa de tecnologia que o criou — e a decisão que torna este programa possível é dela: no canal social, ela aceita receber uma fração do que cobraria de um cliente comercial, para que o preço chegue ao Estado no patamar de uma política pública, e não no de um contrato de tecnologia.

Tecnologia de proteção pessoal costuma seguir um caminho previsível: nasce cara e chega primeiro a quem já tem alguma segurança — a empresa que paga o plano do executivo, o condomínio que rateia a portaria, a família que pode. Quem mais precisa fica com a versão gratuita, com menos recurso, ou fica de fora.

O canal social existe para inverter essa ordem. É o mesmo produto — o mesmo aplicativo, o mesmo acionamento, a mesma integração com a central que o Estado mantém — oferecido a governos estaduais por um preço construído para caber em orçamento público.

Tabela social provisória, por pessoa licenciada no programa, por mês. As faixas são progressivas por blocos: cada parcela usa o valor do seu próprio bloco, e o menor valor nunca é aplicado à base inteira.
Pessoas licenciadas no EstadoPor pessoa, por mês
Até 100 milR$ 4,90
De 100.001 a 500 milR$ 3,60
De 500.001 a 1 milhãoR$ 3,20
De 1.000.001 a 5 milhõesR$ 2,80
Acima de 5 milhõesR$ 2,40

Para dar a medida: em uma cesta de produtos de proteção pessoal com preço público, levantada em agosto de 2026 e convertida pela taxa do Banco Central, os valores vão de R$ 8,46 a R$ 23,26 por pessoa ao mês. Não são produtos idênticos — alguns incluem central humana, equipamento ou serviços que aqui ficam por conta do Estado. Por isso a cesta serve de referência de ordem de grandeza, nunca de equivalência.

De onde vem esse preço — e quem abre mão de quê

Não há mágica nem prejuízo. Pela licença, a Hectare Service recebe uma contraprestação fixa em reais por pessoa licenciada — R$ 1,715 na primeira faixa, 35% do preço social — e abre mão, por decisão própria e registrada em contrato, da margem que obteria licenciando a mesma tecnologia fora deste canal. É renúncia parcial e voluntária de margem comercial, não caridade informal e não venda abaixo do custo.

Os 65% restantes não são lucro de ninguém. São receita vinculada às finalidades do estatuto: os projetos apoiados, a formação de quem vai operar, o acompanhamento dos indicadores, a comunicação pública e as obras sociais — com contabilidade segregada e prestação de contas. O saldo não é doação líquida nem recurso livre: tem destino escrito antes de existir.

A regra que sustenta isso é dura e vale contra nós: se o Instituto aparecer apenas como intermediário, sem função material no programa, esta operação perde o sentido — e a razão de existir. É por isso que a página Transparência publica o caminho de cada real antes do primeiro real entrar.

O vínculo entre o Instituto e a Hectare Service, dito antes que alguém pergunte

Os sócios da Hectare Service também ocupam funções na direção do Instituto. Isso se chama operação entre partes relacionadas. Não é irregular, e não vamos esconder: exige regra, e a regra é esta — declaração escrita do vínculo, aprovação pelo órgão competente do Instituto, abstenção de quem tem interesse na decisão, representante independente para assinar, método de preço documentado, contabilidade segregada e prestação de contas.

Nenhuma contratação com parte relacionada é celebrada antes disso. A Política de Conflito de Interesses e Partes Relacionadas está em aprovação, e a condição descrita nesta página depende dela.

Preferimos escrever esta frase nós mesmos a deixar que alguém a descubra depois. Um programa de proteção que esconde o próprio vínculo societário não merece a confiança que pede.

O que ainda falta para esta condição valer

A tabela acima é provisória e a condição está em construção. O instrumento com a Hectare Service ainda não foi assinado; os valores dependem de aprovação institucional, validação contábil e tributária, revisão jurídica e definição de piso, teto, franquia e reajuste.

Publicamos assim mesmo por uma razão prática: um gestor público precisa da ordem de grandeza antes de abrir uma conversa, e sonegar isso só empurra a surpresa para o fim do processo. Mas nada aqui é proposta, nada aqui é oferta e nenhum número vincula o Instituto antes do instrumento assinado. Quando ele existir, publicamos o instrumento — e não apenas o anúncio dele.

O que o preço cobre: o direito de uso da tecnologia. O que ele não cobre e fica com o Estado, direta ou indiretamente: servidores, nuvem, conectividade, aparelhos, central humana, despacho, integrações e o atendimento às pessoas. Uma proposta séria separa essas linhas — e a nossa vai separar.

Quatro reais e noventa centavos. É um café. É também o que separa um pedido de socorro que morre no fundo do bolso de um pedido que sai dali com hora e endereço, na direção de quem tem o dever de responder. O preço nunca foi o obstáculo real — mas foi, por tempo demais, a desculpa mais fácil.

Fonte: diretriz comercial Hectare Service–Instituto, versão 0.3 de 28/08/2026 Estado do dado: provisório — tabela em construção, sem instrumento assinado Cesta comparativa: preços públicos levantados em 28/08/2026, convertidos pela taxa do Banco Central Contratos celebrados nesta condição: nenhum

Quem faz o quê

Três partes, e nenhuma dúvida sobre quem responde pelo quê.

O Instituto

Estrutura o canal social, apoia a formação de quem opera, acompanha indicadores e presta contas. Não opera central.

O fornecedor da tecnologia

A Hectare Service fornece e evolui a tecnologia, a documentação e o suporte contratado. Ainda sem instrumento assinado.

O Estado

Define quem participa, integra o aplicativo, opera a central e responde. O comando é público, sempre.

Ver a matriz completa de responsabilidades

Papéis

Três partes, e nenhuma dúvida sobre quem responde pelo quê.

Programa de proteção não pode ter dúvida sobre responsabilidade. É a primeira coisa que levamos a qualquer conversa institucional.

O Instituto

Estrutura o canal social, articula parceiros, apoia a formação, acompanha indicadores e presta contas das funções que efetivamente executar.

Não opera central

O fornecedor da tecnologia

Fornece e evolui a tecnologia SOS, seus artefatos, a documentação e o suporte contratado.

Hectare Service · sem instrumento assinado

O Estado ou órgão contratante

Define público, elegibilidade e território. Integra e opera aplicativo, infraestrutura, central, protocolos e resposta.

Comando público

Vista de dentro de uma casa, ao anoitecer: uma pessoa idosa está de pé na soleira da porta aberta, de costas, em silhueta. Do lado de fora, a poucos passos, uma mulher de meia-idade em roupas comuns caminha em direção à porta, sob a luz de um poste. Não há uniforme, distintivo nem viatura na cena.
Quem chega é um contato de confiança escolhido pela própria pessoa — não é serviço público acionado pelo Instituto, que não recebe pedidos e não aciona ninguém. Nada aqui assegura que alguém chegue: o programa trata do pedido. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, caso, comunidade ou operação real. Estado do dado: ilustração
A matriz completa de responsabilidades
Matriz de responsabilidades do programa social do SOS — desenho contratual vigente, anterior a qualquer instrumento assinado.
ItemResponsável
Código, artefatos e correções da tecnologia SOSFornecedor da tecnologia
Documentação técnica e suporte contratadoFornecedor da tecnologia
Aplicativo hospedeiro, publicação nas lojas e manutençãoEnte contratante, ou fornecedor por ele contratado
Infraestrutura, central, protocolo e respostaEnte contratante
Definição de público, elegibilidade e territórioEnte contratante
Adaptadores de integração ao sistema-alvoTrabalho conjunto, com critérios de aceite
Integração, homologação, piloto, segurança e adequação à LGPD por tratamentoTrabalho conjunto
Trabalho social, formação, indicadores e prestação de contasInstituto, nos limites do que efetivamente executar
Ato de autoridade, despacho e decisão operacionalEnte contratante, exclusivamente

Cada contratação pode detalhar esta matriz, mas nenhuma pode mover o ato de autoridade para fora do ente.

Sobre a relação com a empresa detentora da tecnologia

A titular da tecnologia é a Hectare Service, e a relação com ela ainda não tem instrumento assinado. O que já existe é a diretriz comercial que orienta os contratos — dela vêm a tabela social e a contraprestação descritas em A condição social.

Enquanto o instrumento não for assinado e autorizado para divulgação, esta página não usa logotipo da empresa, não afirma parceria formalizada e não apresenta a condição como oferta. Quando houver instrumento, publicamos o instrumento — e não só o anúncio dele.

Os sócios da Hectare Service também ocupam funções na direção do Instituto. O vínculo, e as regras que ele exige, estão declarados na mesma seção.

Fonte: matriz interna de responsabilidades do programa Estado do dado: atual Última verificação: 31/08/2026 Responsável pela informação: a publicar

Para o meu Estado

O programa nasce Estado a Estado. Hoje, nenhum tem contrato.

Cada Estado percorre o mesmo caminho: aberto a contratação, em formalização, piloto, implantação, operacional. O mapa só muda quando existe documento assinado. Hoje, as 27 unidades estão abertas a contratação, e nenhuma tem programa.

Nos Estados

O programa nasce Estado a Estado — e o mapa acompanha o que foi assinado.

Cada unidade da federação percorre o mesmo caminho, com o mesmo vocabulário: aberta a contratação, em formalização, piloto, implantação, operacional. Uma unidade só muda de estágio no mapa quando existe documento assinado, autorização do órgão e data-base — é assim que quem consulta sabe exatamente o que está vendo.

Estruturar o programa no meu Estado

O desenho é a ilustração da tabela, não o contrário. Se o mapa não carregar, a tabela logo abaixo continua completa: ela funciona sem script, é lida por leitor de tela e traz o rótulo textual de cada estágio, nunca só a cor.

Situação do programa social do SOS nas 27 unidades da federação, com data-base de 1º/09/2026. Toque em uma linha para destacá-la no mapa.
Unidade da federação Situação
Acre (AC)Aberto a contratação
Alagoas (AL)Aberto a contratação
Amapá (AP)Aberto a contratação
Amazonas (AM)Aberto a contratação
Bahia (BA)Aberto a contratação
Ceará (CE)Aberto a contratação
Distrito Federal (DF)Aberto a contratação
Espírito Santo (ES)Aberto a contratação
Goiás (GO)Aberto a contratação
Maranhão (MA)Aberto a contratação
Mato Grosso (MT)Aberto a contratação
Mato Grosso do Sul (MS)Aberto a contratação
Minas Gerais (MG)Aberto a contratação
Pará (PA)Aberto a contratação
Paraíba (PB)Aberto a contratação
Paraná (PR)Aberto a contratação
Pernambuco (PE)Aberto a contratação
Piauí (PI)Aberto a contratação
Rio de Janeiro (RJ)Aberto a contratação
Rio Grande do Norte (RN)Aberto a contratação
Rio Grande do Sul (RS)Aberto a contratação
Rondônia (RO)Aberto a contratação
Roraima (RR)Aberto a contratação
Santa Catarina (SC)Aberto a contratação
São Paulo (SP)Aberto a contratação
Sergipe (SE)Aberto a contratação
Tocantins (TO)Aberto a contratação
O vocabulário que usamos — os seis estágios

Publicamos a definição antes de usar o rótulo, para que ninguém precise adivinhar o que “piloto” significa neste site.

Aberto a contratação
Rota aberta. Não há contratação, conversa formalizada ou compromisso — apenas a possibilidade de estruturar. É o estágio das 27 unidades hoje. Não indica interesse nem tratativa de nenhum órgão.
Em formalização
Instrumento em redação ou assinatura, publicado somente com autorização expressa do órgão.
Piloto
Instrumento assinado e escopo reduzido em execução, com critérios de aceite verificáveis e data de início.
Implantação
Expansão em curso, por ondas aprovadas com capacidade verificada, cada uma com data-base.
Operacional
Escopo confirmado e indicadores publicados com fonte, método e período.
Suspenso ou encerrado
Histórico mantido, com motivo publicável, data e — no encerramento — prestação de contas final. Não apagamos histórico: uma instituição que só publica o que deu certo está publicando propaganda.
O que publicaremos sobre cada Estado, quando houver um

Um gestor deve saber exatamente a que nível de transparência está aderindo antes de assinar. Quando um Estado entrar, esta é a página que vai ao ar sobre ele, com estes dez itens, nesta ordem, atualizados por competência:

  1. UF, órgão responsável, instrumento e vigência.
  2. Público elegível, território e fase atual.
  3. Quantidade contratada e quantidade habilitada, em números agregados, sem qualquer dado pessoal.
  4. Faixas de preço aplicadas e memória de cálculo.
  5. Valor contratado, valor recebido no período e situação de pagamento.
  6. Contraprestação fixa da licença tecnológica.
  7. Tributos, retenções, custos diretos e reservas justificadas.
  8. Recursos aplicados pelo Instituto, por projeto, território e finalidade estatutária.
  9. Entregas, resultados, metas e metodologia — com meta e realizado separados.
  10. Documentos, data da última atualização e responsável pela informação.

Três regras valem para toda página estadual: a soma das páginas tem que fechar com a visão nacional, e se não fechar o erro é publicado junto com a correção; nenhum dado pessoal de participante aparece, só quantidade agregada; e nenhuma página entra no ar sem instrumento, autorização e data-base. Não existe página “em breve” de Estado — nenhuma unidade tem endereço próprio neste site, porque nenhuma tem instrumento.

Mulher adulta caminha de costas por uma calçada de rua residencial à noite, com a mão dentro do bolso do casaco, de onde escapa a luz fraca da tela de um celular.
O pedido pode partir de qualquer rua do país. A rota está aberta nas 27 unidades da federação, e nenhuma tem programa contratado até hoje. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, caso, comunidade ou operação real. Estado do dado: ilustração

Contorno das unidades: malha territorial do IBGE, 2024, simplificada Situação dos programas: registro interno de instrumentos do Instituto Estado do dado: atual Última atualização bem-sucedida: 31/08/2026 “Nenhum” é um fato, não um dado que faltou.

Privacidade e dados

Só o necessário, só quando você pede ajuda, e a decisão fica com o órgão público.

A palavra é reconhecida dentro do celular. Nada é gravado nem enviado fora de um pedido de socorro.

A localização sai apenas quando você pede ajuda, e conforme o que você autorizou. Um pedido pode ser cancelado, e o cancelamento não gera penalidade.

Onde os dados ficam, quem responde por eles e por quanto tempo ficam guardados é definido por escrito com cada Estado, item por item. Antes de qualquer coisa entrar em uso, tudo é testado com dados de mentira, nunca com dados de cidadãos.

Ver o texto completo: as seis camadas, a proteção de dados e a homologação

Público 3 · Segurança pública

O fluxo entra na sua operação; o comando continua público.

Um canal adicional de entrada, com identificação prévia do participante, localização autorizada e contexto padronizado. Protocolo, infraestrutura e ato de autoridade não saem do lugar.

  1. Pessoa e aparelho
  2. Acionamento
  3. Serviço do SOS
  4. Adaptadores
  5. Central do contratante
  6. Resposta

A fronteira entre Adaptadores e Central do contratante é a fronteira contratual do programa. Tudo o que acontece depois dela é prerrogativa do poder público.

As seis camadas, uma a uma
Camada 1 · Pessoa e aparelho
Aplicativo hospedeiro escolhido pelo ente. Permissões e caminhos de acionamento configurados pela própria pessoa.
Camada 2 · Acionamento
Botão dentro do aplicativo, em Android e iPhone. Caminho por voz conforme a plataforma e a homologação. O botão não depende de assistente de voz.
Camada 3 · Serviço do SOS
Recebe o acionamento, monta a ocorrência com os dados autorizados, aplica regras de duplicidade e devolve recibo de recebimento.
Camada 4 · Adaptadores de integração
Contratos de interface específicos para o sistema-alvo do ente, construídos com documentação, acesso de homologação e critérios de aceite.
Camada 5 · Central do contratante
Recebe a ocorrência e aplica o protocolo público vigente.
Camada 6 · Resposta
Decisão, despacho e ato de autoridade — integralmente do ente.
Quando dizemos que integra

Preparado para receber integrações específicas quando o sistema-alvo fornecer documentação, acesso de homologação e critérios de aceite.

Não afirmamos integração com nenhum sistema de videomonitoramento, despacho ou central de terceiro antes de três coisas existirem: documentação da interface, ambiente de homologação com acesso concedido e critérios de aceite acordados por escrito. Enquanto essas três não existirem, o nome do sistema não aparece no nosso material — nem no site, nem em apresentação, nem em proposta. Não listamos conectores que não foram construídos contra uma interface real e não colocamos logotipo de terceiro em slide.

Sistemas de terceiros nomeados nesta página: nenhum. Conectores construídos contra interface real: nenhum. Motivo: nenhum cumpre hoje os três requisitos acima. Quando o primeiro existir, ele aparece com o sistema-alvo, a data do aceite e o responsável pela informação.

Onde os dados ficam, e quem responde por eles

O modelo de implantação é decidido com o ente e escrito no instrumento: onde a aplicação roda, onde os dados ficam, quem é controlador e quem é operador de cada tratamento, prazos de retenção, descarte e trilha de auditoria. A adequação à LGPD é feita por tratamento, não por declaração genérica de conformidade.

  • Coleta mínima: só o dado necessário para a ocorrência acontecer.
  • Base legal definida por tratamento, com finalidade escrita.
  • Criptografia em trânsito e em repouso.
  • Acesso por função, com menor privilégio e trilha de auditoria.
  • Segregação entre ambientes de produção, homologação e laboratório.
  • Plano de resposta a incidente, com prazo e responsável.
  • Retenção e descarte verificáveis.
Testar antes, com dado sintético — e crescer só depois de provar

Antes de qualquer coisa entrar em produção, o trabalho acontece em laboratório, com dados sintéticos — nunca com dados reais de cidadãos e nunca com ocorrências verdadeiras. A homologação é conjunta: o ente define os critérios de aceite, os dois lados testam, o resultado é registrado e assinado. Sem aceite assinado, não há passagem para piloto.

A homologação verifica recebimento e integridade da ocorrência no sistema-alvo; tempo entre acionamento e registro, medido e não estimado; comportamento em falha de rede, perda de sinal e duplicidade; cancelamento e seus efeitos na central; segurança, controle de acesso e registro de auditoria; acessibilidade dos fluxos, inclusive por leitor de tela; e capacidade da central de absorver o volume previsto na onda.

Depois, o programa cresce em ondas aprovadas. Cada onda tem número definido de participantes, período de medição e uma decisão explícita ao fim: seguir, pausar ou reverter. Uma onda nunca é aprovada apenas porque a anterior não deu problema; ela é aprovada porque a central demonstrou capacidade de absorver a próxima.

O que o órgão recebe antes de assinar qualquer coisa
  • Matriz de responsabilidades e de homologação.
  • Descrição da arquitetura por camadas e dos modelos de implantação.
  • Contratos de interface e requisitos de integração.
  • Requisitos de segurança, controle de acesso e trilha de auditoria.
  • Mapeamento de tratamentos de dados, bases legais e prazos de retenção.
  • Plano de piloto, critérios de aceite e plano de reversão.
  • Plano de formação de operadores.
  • Plano de indicadores, com definição de cada métrica.

Estes documentos são entregues na fase de diagnóstico, sob acordo de confidencialidade quando o órgão assim exigir. Eles não são publicados neste site, porque descrevem interfaces e requisitos de segurança de sistemas públicos.

Natureza desta seção: descrição de desenho e de método Não descreve: operação, implantação ou resultado medido Última verificação: 31/08/2026

Como medimos

O método vem antes do primeiro número.

Ainda não há programa contratado, então não há resultado medido. Quando houver, cada número sai com definição, período e fonte, nessa ordem, e antes de qualquer valor.

Contamos o que é auditável: pedidos recebidos, tempo entre o pedido e o registro, cancelamentos, falhas, pessoas treinadas. Não vamos transformar tragédia em indicador.

Ver os indicadores que o programa vai publicar

Medição

Entrega, resultado e impacto: três níveis que não se misturam.

Entrega é contagem auditável. Resultado exige método e período declarados. Impacto exige desenho de avaliação — e não se deduz de entrega.

O método é publicado antes do primeiro número.

Cada indicador entra aqui com definição, linha de base, período e fonte — nessa ordem, e antes de qualquer valor. Painel com número solto, sem o método ao lado, informa menos do que uma página em branco.

Os indicadores que o programa vai publicar
  • Órgãos e pilotos formalizados.
  • Participantes habilitados pelo contratante.
  • Disponibilidade técnica por topologia.
  • Taxa de pedidos com recibo real de recebimento.
  • Tempo entre o acionamento e o registro da ocorrência.
  • Taxa e motivo de cancelamentos.
  • Duplicidades evitadas.
  • Falhas por plataforma e por rede.
  • Operadores treinados.
  • Ondas aprovadas, pausadas ou revertidas.
  • Percepção dos participantes, com metodologia declarada e proteção de dados.
O que nos recusamos a contar

Não vamos transformar desfecho humano em indicador. Não existe definição auditável, não existe estudo causal defensável no desenho atual, e usar esse tipo de contagem seria transformar tragédia em peça de marketing. Se um dia houver desenho de avaliação sério e independente que permita medir algo próximo disso, publicaremos o desenho antes do resultado.

Vale a mesma regra para os dados de contexto citados nesta página: eles descrevem população e movimento de canais públicos. Nenhum deles mede a eficácia do programa social do SOS.

Senhora de cabelos brancos sentada em uma poltrona na sala da própria casa, com uma manta sobre o colo, voltada para a janela. Na mesinha de crochê ao lado, um celular apoiado em pé, com a tela acesa iluminando a toalha.
O que existe hoje é o desenho: o aparelho ao alcance e um caminho previsto para o pedido. Nenhum indicador com valor medido, e nenhuma câmera apontada para a sala de ninguém. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, caso, comunidade ou operação real. Estado do dado: ilustração

Falar com o Instituto Conhecer o Instituto e seus documentos

Estado do dado: indisponível Motivo: nenhum órgão formalizou piloto ou contrato Conteúdo revisado em: 31/08/2026 Responsável pela informação: a publicar Encontrou informação vencida ou incorreta? Escreva para o Instituto — corrigimos e registramos a correção.

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns, em uma resposta cada.

O celular fica gravando o que eu falo?

Não. A palavra é reconhecida dentro do próprio aparelho. Nenhum áudio sai dele, e nada é gravado.

Funciona no iPhone?

O botão funciona em Android e iPhone. O caminho por voz funciona no Android, conforme o aparelho e a homologação. No iPhone, ele depende dos caminhos que a própria Apple oferece.

Se eu cair, ele percebe sozinho?

Não. O SOS não é detector de queda. Alguém precisa pedir, pelo botão ou pela voz.

Quem vem me ajudar?

A central do seu Estado, pelo protocolo dela, e as pessoas de confiança que você escolheu. Ninguém aqui garante tempo de chegada: o programa trata do pedido, não do desfecho.

Quanto eu pago?

Nada. O programa é contratado pelo Estado, que paga por pessoa por mês. Veja Quanto custa.

O meu Estado já tem o programa?

Hoje, nenhum Estado tem contrato. Veja o mapa em Para o meu Estado e, se você é gestor público, fale com o Instituto.

Sou gestor público

Para gestores públicos

O material técnico está todo aqui, dobrado e à mão.

Cada item abaixo abre o texto completo, com fonte, data-base e responsável. Nada foi retirado desta página: foi organizado para quem chega primeiro.

Falar com o Instituto Conhecer o Instituto e seus documentos

Estado do dado: nenhum órgão formalizou piloto ou contrato Conteúdo revisado em: 09/09/2026 Responsável pela informação: a publicar Encontrou informação vencida ou incorreta? Escreva para o Instituto — corrigimos e registramos a correção.