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Ônibus urbano de carroceria azul-marinho, quase preta, com faixas gráficas azuis e roxas na lateral, parado sobre um pátio de terra ao anoitecer, com os faróis acesos. O veículo não tem marca, logotipo nem letreiro, e não há pessoas na cena.

Nexo Comunidades

Levar recurso e tecnologia a quem
já conhece o território.

Existe uma distância que não aparece em mapa: a que separa uma boa ideia de quem decide sobre dinheiro. O Nexo Comunidades está sendo desenhado para atravessar essa distância nos dois sentidos: ir até onde o projeto está, e voltar com apoio que não seja só dinheiro.

Entender em 30 segundos Falar com o Instituto

Programa em estruturação Nenhuma chamada aberta Última revisão: 9 de setembro de 2026

Fotografias desta página: imagens conceituais geradas por inteligência artificial. Não retratam pessoa, comunidade, projeto ou operação real. Nenhum veículo com este desenho existe.

Em 30 segundos

Três coisas que o programa promete fazer diferente.

  1. A gente vai até onde o projeto está.

    Busca ativa, indicação de terceiro ou inscrição simples. O projeto não precisa vir sozinho até nós, nem passar por edital que pede documento que a comunidade não tem.

  2. Quem vive o problema define o que será feito.

    Escuta antes de solução. Tecnologia só entra se resolver a barreira concreta; se a resposta certa for um caderno e um telefone, é um caderno e um telefone.

  3. O apoio fica, e as contas são publicadas.

    Recurso, tecnologia adequada, gente formada e governança, por instrumento assinado. O que deu certo e o que não deu saem com a mesma régua.

Casos de uso

Três lugares onde o edital chega depois de todo mundo.

Hipóteses de trabalho, não projetos. Nenhum deles existe, nenhum foi selecionado e nenhum está em análise. Estão aqui para tornar concreto o tipo de problema que o programa pretende enfrentar.

Mesa de madeira num pátio de terra com caixas de hortaliças, um caderno de anotações e um celular simples; ao fundo, duas pessoas de costas carregam caixas para uma caminhonete velha, à sombra de uma mangueira.

Uma associação de agricultores familiares

Perde produção por não conseguir organizar coleta e entrega. Precisa de um registro de pedidos que funcione no celular que já tem, sem internet o dia inteiro.

O que o programa poderia fazer

  • Escutar primeiro: o problema escrito com as palavras de lá.
  • Ferramenta que funciona sem sinal e sincroniza quando ele aparece.
  • Formação de quem vai usar, e dados que ficam com a associação.

Ler sobre comunidades remotas

Trapiche de madeira sobre um rio largo e barrento ao amanhecer, com um barco de rabeta amarrado e uma régua de nível pintada num pilar; uma mulher de costas olha o rio com um celular na mão. Na outra margem, mata e casas distantes.

Uma comunidade ribeirinha

O acesso ao posto de saúde depende do nível do rio e da agenda do transporte fluvial, hoje transmitida de boca em boca.

O que o programa poderia fazer

  • Uso por mensagem e por voz, quando for o que já funciona no território.
  • Baixo consumo de dados e aparelho antigo como ponto de partida.
  • Nada de coordenada publicada: o território aparece no nível seguro.

Como o apoio é decidido

Sala de um coletivo de periferia no fim da tarde: mesa comprida com cadernos, folhas e canecas, quatro pessoas de costas conversando, luz dourada entrando por um cobogó e um mural colorido na parede.

Um coletivo de periferia

Atende dezenas de pessoas por semana e não consegue registrar o que faz de um jeito que sirva para captar recurso.

O que o programa poderia fazer

  • Fortalecimento institucional: gestão, controles, prestação de contas.
  • Registro simples do atendimento, sem expor quem é atendido.
  • Articulação com quem financia, com o coletivo no comando.

Quando abre a primeira chamada

Leitura guiada

Leia só o que interessa, no seu ritmo.

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Como funciona

Da primeira conversa ao aceite da comunidade, em quatro passos. Nenhum foi percorrido ainda.

Chegada. Busca ativa, indicação ou inscrição simples, com formulário curto e ajuda para completar documento que falte. Escuta. Quem vive o problema participa da definição do que será feito, e a escuta pode terminar em “não precisa de tecnologia”.

Decisão. Comitê colegiado, com conflitos declarados, motivo por escrito e direito de recurso. Inteligência artificial não decide elegibilidade, prioridade ou credibilidade de ninguém. Contas. O que deu certo e o que não deu, publicados com a mesma régua.

O apoio combina, caso a caso, seis modalidades: diagnóstico e desenho, apoio tecnológico, apoio financeiro, fortalecimento institucional, articulação, e avaliação e escala. Nenhum projeto recebe todas.

Ver o texto completo: as oito etapas, os dez critérios, quem decide e as seis modalidades de apoio

A jornada

Da primeira conversa ao aceite da comunidade.

A porta de entrada será acessível a organizações pequenas: formulário curto, indicação por terceiro e orientação para completar documentos que faltem.

  1. 01

    Chegada

    Busca ativa, indicação ou inscrição simples. O projeto não precisa vir sozinho até nós.

  2. 02

    Escuta

    Quem vive o problema participa da definição do que será feito.

  3. 03

    Decisão

    Comitê colegiado, motivo por escrito e direito de recurso.

  4. 04

    Contas

    O que deu certo e o que não deu, publicados com a mesma régua.

As oito etapas, uma a uma
1 · Busca ativa, indicação ou inscrição simples
O projeto não precisa vir sozinho até nós — também vamos até ele.
2 · Triagem de elegibilidade e integridade
Conferência do que o estatuto e a política do programa permitem apoiar.
3 · Escuta da comunidade e diagnóstico participativo
Quem vive o problema participa da definição do que será feito.
4 · Plano de apoio e solução tecnológica apropriada
Inclusive a decisão de não usar tecnologia nenhuma, quando for o caso.
5 · Comitê independente, com conflitos declarados
A decisão é colegiada, motivada por escrito e passível de recurso.
6 · Instrumento, orçamento, marcos e salvaguardas
Nada começa sem documento assinado e regras de proteção definidas.
7 · Piloto, apoio, acompanhamento e aceite local
Escala só depois de uso real e aceite da própria comunidade.
8 · Prestação de contas, resultado e decisão sobre escala
O que deu certo e o que não deu são publicados com a mesma régua.

Etapas concluídas até o momento: nenhuma. A jornada só começa a valer com a primeira chamada publicada.

Os dez critérios que vamos olhar em cada proposta
  1. Urgência e relevância da necessidade.
  2. Isolamento, barreira de acesso ou desassistência do território.
  3. Legitimidade comunitária e participação real das pessoas afetadas.
  4. Aderência ao estatuto e às prioridades do ano.
  5. Qualidade, viabilidade e sustentabilidade do projeto.
  6. Papel concreto da tecnologia na melhoria pretendida.
  7. Capacidade de execução própria ou plano realista de fortalecimento.
  8. Proteção de crianças, mulheres, pessoas idosas e outros públicos vulneráveis.
  9. Integridade, conflitos de interesse e possibilidade de prestação de contas.
  10. Resultados verificáveis, sem exigir causalidade impossível.

Os pesos de cada critério, os documentos mínimos, as exceções e a instância de recurso serão aprovados na Política de Apoio a Comunidades e Organizações de Impacto e publicados antes da primeira seleção — não durante, não depois. Pesos publicados até o momento: nenhum.

Quem decide, e como se contesta a decisão
  • A decisão é de um comitê, não de uma pessoa. A composição será publicada antes da primeira chamada.
  • Todo membro assina declaração de conflito de interesses. Havendo conflito, ele se declara impedido e a abstenção é registrada em ata.
  • Toda decisão é motivada por escrito, com base nos critérios publicados.
  • Existe instância de recurso, com prazo e forma definidos no regulamento. Quem foi recusado tem direito de saber por quê e de contestar.
  • Inteligência artificial não decide elegibilidade, prioridade, risco ou credibilidade de ninguém. Decisão sobre pessoas é humana.

Comitê de seleção: a constituir. Decisões publicadas até o momento: nenhuma.

E se a minha comunidade não tem CNPJ?

Falta de CNPJ não apaga a comunidade. Grupos e coletivos sem personalidade jurídica podem ser indicados, participar da escuta e cocriar o projeto por meio de representação comunitária legítima. A ideia é da comunidade — e continua sendo.

O que a falta de CNPJ muda é o caminho do recurso, não a participação. Repasse financeiro, transferência de bens e obrigações formais dependem de uma entidade juridicamente apta: pode ser uma organização apoiadora que assuma o instrumento, pode ser um arranjo específico validado pelo jurídico. O que não pode é improviso contratual — porque improviso, nesse tema, costuma sobrar para quem tem menos condição de se defender.

O Instituto não emite, não providencia e não promete resolver a regularização jurídica de nenhum grupo. Grupos sem CNPJ já habilitados: nenhum.

Duas portas: apoio estruturante e resposta a necessidade imediata
Porta 1 — Apoio estruturante
Seleção, diagnóstico, tecnologia, financiamento por marcos e acompanhamento de médio prazo. É a porta principal: leva mais tempo e entrega capacidade que fica.
Porta 2 — Resposta a necessidade imediata
Apoio abreviado, por meio de organizações previamente qualificadas ou de diligência emergencial, com limites de valor, autoridade de aprovação e prestação de contas definidos. Existe para que a burocracia não impeça alimentação, transporte, documentação, acolhimento ou conectividade previstos em projeto aprovado.

A porta rápida não é canal de emergência individual. Ela não atende pessoas diretamente, não substitui serviço público e não funciona sem projeto e organização qualificada. Se há risco à vida de alguém agora, o caminho é 190, 192, 193, 180 ou Disque 100.

Fonte: desenho do programa, em construção Recorte: jornada prevista — nenhuma etapa percorrida Última revisão: 31/08/2026

Formas de apoio

Seis modalidades de apoio, combinadas caso a caso.

Cada apoio é individualizado conforme diagnóstico, capacidade, risco e orçamento aprovado. Nenhum projeto recebe todas as modalidades.

Diagnóstico e desenho

Escuta, linha de base, teoria de mudança, plano de trabalho, orçamento e mapa de riscos.

Apoio tecnológico

Software, integração, conectividade, equipamentos, dados, segurança, acessibilidade e treinamento.

Apoio financeiro

Recurso vinculado a finalidade, orçamento, marcos e comprovação — conforme disponibilidade financeira.

Fortalecimento institucional

Governança, gestão de projeto, captação, controles internos, comunicação e prestação de contas.

Articulação

Conexão com governos, universidades, empresas, financiadores e redes especializadas.

Avaliação e escala

Piloto, aceite comunitário, indicadores, aprendizagem, documentação e replicação responsável.

Fonte: desenho do programa, em construção Recorte: modalidades previstas, não contratadas Última revisão: 31/08/2026

Para quem é

Três prioridades: comunidades remotas, organizações que acolhem famílias atingidas pelo feminicídio e organizações com bons projetos.

Comunidades remotas

Territórios rurais, ribeirinhos, tradicionais, periféricos ou atingidos por desastres. O problema desses lugares não é de mérito: é de acesso.

Quem acolhe famílias atingidas pelo feminicídio

O Instituto apoia organizações especializadas. Não recebe casos, não atende famílias e não expõe ninguém. Em risco agora: 190. Orientação e denúncia: 180.

Organizações com bons projetos

OSCs, associações, fundações, cooperativas e redes com vínculo territorial, problema relevante e governança que aguenta auditoria.

Se você perdeu alguém, ou está cuidando de quem ficou: o Instituto não atende famílias diretamente, e é melhor dizer isso agora do que depois de você escrever a sua história. Se há risco agora, ligue 190; para orientação e denúncia, ligue 180.

Ver o texto completo das três prioridades: caminhos de chegada, exigências, salvaguardas e o que cada eixo não faz

Prioridade 1

Territórios onde o edital chega depois de todo mundo.

Territórios rurais, ribeirinhos, tradicionais, periféricos ou atingidos por desastres — sempre conforme legitimidade local, consulta prévia e avaliação de segurança.

O problema desses lugares não é de mérito: é de acesso. O prazo assume uma equipe que ninguém ali tem, e a plataforma não abre no celular disponível.

Três caminhos de chegada até um território
Busca ativa
O Instituto procura territórios a partir de indicadores públicos de desassistência, de redes que já atuam ali e do trabalho de articulação. Ir atrás é obrigação nossa, não favor.
Indicação
Qualquer pessoa ou organização pode indicar uma comunidade — extensionista, agente de saúde, professora, pesquisador, defensoria, sindicato, pastoral, vizinho. A indicação não compromete ninguém e não cria expectativa de apoio.
Inscrição simples
Quando houver chamada aberta, a própria comunidade ou uma organização apoiadora poderá se inscrever com formulário curto e apoio no preenchimento.

Indicar não é inscrever, e inscrever não é ser selecionado. Nenhuma rota foi percorrida até esta data. Se quiser indicar um território, use o canal de contato e escreva sobre o problema, nunca sobre pessoas: sem nomes de atendidos, sem dados de saúde, sem relatos de violência, sem endereços e sem informações de crianças e adolescentes.

Prazo de resposta a indicações: não definido. Preferimos dizer isso a manter uma promessa de retorno que não conseguimos cumprir.

Escuta é antes, não depois

Escuta territorial não é apresentar uma solução pronta e perguntar se a comunidade gosta. É chegar antes de ter solução, e aceitar respostas que não nos interessam: se a escuta indicar que a prioridade da comunidade é outra, ou que a tecnologia não tem papel nenhum no problema, isso entra no diagnóstico como está.

  • Problema definido por quem vive ali, escrito com as palavras de lá.
  • Mapa de quem já atua no território e do que já foi tentado.
  • Legitimidade: quem representa o grupo, e como isso foi verificado.
  • Linha de base: como as coisas estão hoje, medida antes de qualquer apoio.
  • Riscos de segurança, culturais, ambientais e de exposição.
  • Acordo sobre dados: o que pode ser publicado, o que não pode, e quem decide.

Escutas realizadas até o momento: nenhuma. Não há território visitado, consulta prévia ou anuência de qualquer comunidade.

A ferramenta tem que caber no aparelho e na rede de quem vai usar

A pergunta que fazemos antes de propor qualquer coisa é simples: qual celular a pessoa que vai usar isso tem, e qual internet ela tem? A resposta define tudo — e se a resposta honesta for “não precisa de tecnologia”, o projeto pode ser apoiado do mesmo jeito, sem plataforma nenhuma.

  • Funcionamento offline, com sincronização quando houver sinal.
  • Baixo consumo de dados e compatibilidade com aparelhos antigos.
  • Uso por mensagem e por voz, quando for o que já funciona no território.
  • Registro em papel convertido depois, quando essa for a forma que a equipe domina.
  • Acessibilidade, linguagem local e formação de operadores.
  • Exportação e portabilidade dos dados, para que a comunidade não fique presa a nós.
  • Manutenção e custo recorrente definidos antes de implantar.
  • Segurança e coleta mínima desde o desenho, com decisão humana sobre pessoas.

Não fornecemos cobertura de internet. Conectividade pode entrar como item de um projeto — antena, plano de dados, equipamento —, sempre com custo de manutenção definido antes. O Instituto não é provedor e não promete sinal onde não há. Tecnologias implantadas em campo: nenhuma.

O que publicamos, e o que nunca publicamos, sobre um território
Publicamos
O Estado ou a região, o tipo de território, o problema trabalhado, a modalidade e o valor do apoio, os marcos e os resultados agregados.
Não publicamos
Coordenadas, endereços, rotas de acesso, nomes de lideranças sem autorização expressa, imagens que permitam localizar residências, informações sobre patrimônio cultural ou natural que possam atrair exploração, e qualquer detalhe que combine com outro filtro do site para identificar pessoas.

Em territórios com conflito fundiário, atividade ilegal ou lideranças ameaçadas, a agregação é maior — podemos publicar apenas a região e a modalidade de apoio, com a justificativa da supressão registrada. Transparência financeira completa, transparência de identidade nenhuma. As duas coisas cabem juntas.

Exemplos do que poderia ser apoiado — hipóteses, não projetos

Os exemplos abaixo são hipóteses de trabalho. Nenhum deles existe, nenhum foi selecionado e nenhum está em análise. Estão aqui apenas para tornar concreto o tipo de problema que este eixo pretende enfrentar.

  • Uma associação de agricultores familiares que perde produção por não conseguir organizar coleta e entrega, e precisa de um registro de pedidos que funcione sem internet o dia inteiro.
  • Uma comunidade ribeirinha em que o acesso ao serviço de saúde depende de informação de nível do rio e de agenda de transporte fluvial, hoje transmitida de boca em boca.
  • Uma associação em território atingido por desastre que precisa organizar o cadastro de famílias e a comprovação de documentos para acessar direitos.
  • Um coletivo de periferia que atende dezenas de pessoas por semana e não consegue registrar o que faz de forma que sirva para captar recurso.

Fonte: desenho do programa, em construção Territórios apoiados: nenhum Última verificação: 31/08/2026

Prioridade 2

Apoiar as organizações que acolhem quem ficou.

O Instituto apoia organizações especializadas. Não recebemos casos, não atendemos famílias e não expomos ninguém.

Se você perdeu alguém, ou está cuidando de quem ficou: o Instituto não atende famílias diretamente — e é melhor dizer isso agora do que depois de você escrever a sua história. Se há risco agora, ligue 190; para orientação e denúncia, ligue 180.

Quando uma mulher é morta, ficam filhos que precisam de guarda, documentação, escola e acompanhamento. Ficam avós que assumem crianças sem renda para isso.

Quem faz esse trabalho hoje são organizações da sociedade civil especializadas, quase sempre com equipe pequena e recurso curto. Este eixo existe para fortalecê-las.

O que uma organização precisa ter antes de receber apoio neste eixo

Estas exigências não são burocracia. São a diferença entre fortalecer um serviço e financiar um risco.

  1. Política de proteção infantil e de adultos vulneráveis, escrita e aplicada.
  2. Abordagem informada por trauma e comunicação não revitimizante.
  3. Credenciais e supervisão dos profissionais responsáveis.
  4. Acordos formais de encaminhamento com a rede competente.
  5. Protocolo de crise, escalonamento e resposta a risco imediato.
  6. Canal independente de reclamação, com proteção contra retaliação.
  7. Para crianças e adolescentes: melhor interesse, responsável adequado, participação protegida e revisão jurídica especializada.

Organizações que ainda não têm todos esses itens não são eliminadas: o fortalecimento institucional pode ser justamente construir isso. Mas nada que envolva atendimento direto a famílias começa antes de os sete itens estarem em pé.

O que pode ser construído junto com organizações habilitadas

Nenhum item é oferecido isoladamente nem prometido a todas as organizações. Tudo depende de diagnóstico, capacidade e projeto aprovado.

  • Acolhimento e encaminhamento seguro, feito pela organização especializada.
  • Organização da rede psicossocial, de assistência, documentação, benefícios e orientação jurídica competente.
  • Gestão segura de atendimentos, com base legal adequada e salvaguardas definidas.
  • Agenda, acompanhamento e lembretes discretos para as famílias atendidas.
  • Diretório territorial de serviços, validado com a rede local.
  • Canal seguro entre a associação e os profissionais responsáveis.
  • Apoio educacional, econômico ou emergencial, conforme projeto aprovado.
  • Indicadores agregados e prestação de contas — sem revelar vítimas, crianças, endereços protegidos ou rotas de abrigo.

Nada disso está construído. Não há tecnologia implantada, contratada ou em desenvolvimento para este eixo.

Como protegemos quem já foi atingido
  • Nenhum caso individual passa pelo Instituto. Não recebemos, não armazenamos e não encaminhamos relatos.
  • Inteligência artificial não decide risco, benefício, prioridade de atendimento ou credibilidade de ninguém.
  • Nenhuma identidade é publicada. Nada de nomes de vítimas, de familiares, de crianças, endereços protegidos ou rotas de abrigo.
  • Contagens pequenas são suprimidas e territórios agregados. Filtros públicos não podem ser combinados para revelar uma família.
  • Não usamos famílias como peça de comunicação. Nada de história emocional em campanha, nada de foto, nada de depoimento — porque consentimento dado em situação de vulnerabilidade e necessidade de recurso não é consentimento livre.
  • A prestação de contas financeira é completa. Transparência de dinheiro, sim; transparência de identidade, nunca.
O que este eixo não faz
  • Não atende famílias. Não recebe caso, não agenda atendimento, não acompanha processo.
  • Não é canal de emergência. Risco imediato é 190.
  • Não substitui polícia, judiciário, saúde, assistência social, defensoria ou orientação jurídica competente.
  • Não faz atendimento psicológico nem oferece profissional. Quem atende é a organização especializada, com equipe própria e supervisionada.
  • Não recebe relato de violência por formulário. Nenhum campo deste site aceita isso.
  • Não promete impedir mortes. Não atribuímos a nenhum projeto a prevenção de um feminicídio, e não medimos resultado dessa forma. Não existe indicador honesto de “morte evitada”.

Se a sua organização faz esse trabalho e quer conversar, o caminho é o canal de contato. Escreva sobre a organização — o que ela faz, onde atua, com quem trabalha —, nunca sobre os casos que ela atende: sem nomes, sem idades, sem endereços, sem histórias, sem dados de crianças. Falar com o Instituto agora não cria posição em fila alguma e não antecipa análise.

Organizações apoiadas neste eixo: nenhuma Revisão por profissional com experiência em violência de gênero e proteção infantil: a registrar Última verificação: 31/08/2026

Prioridade 3

Boas organizações, com governança que aguenta auditoria.

OSCs, associações, fundações, cooperativas e redes comunitárias com vínculo territorial, problema relevante e proposta capaz de produzir benefício verificável.

O programa poderá apoiar outras causas compatíveis com o estatuto, mas publicará prioridades anuais — justamente para não virar um balcão genérico de pedidos.

Prioridades do ano publicadas: nenhuma

O que uma organização apoiada aceita publicar

Quem se candidatar precisa saber, antes de assinar qualquer coisa, a que nível de exposição de informação está aderindo. Cada apoio vira registro público, e não vitrine: a ficha do projeto publica a organização, o instrumento, a modalidade, o valor comprometido e o desembolsado, os marcos, a tecnologia implantada com sua titularidade e custo de continuidade, os resultados com linha de base e método de medição, e as salvaguardas aplicadas.

O vocabulário é fechado e publicado antes de ser usado — candidata, selecionada, formalizada, em execução, concluída, suspensa, encerrada —, e meta e realizado aparecem em campos separados. Projeto suspenso, recurso devolvido e correção de rota também ficam publicados, com motivo e situação financeira final: o histórico não é apagado.

O limite desta frente: transparência financeira e metodológica completa, transparência de identidade nenhuma. Pequenas contagens são suprimidas, territórios são agregados e CNPJ, fornecedor ou beneficiário podem ser ocultados quando a divulgação criar risco — sempre com a justificativa registrada. A publicação de uma candidatura depende de autorização da própria organização. Organizações apoiadas até 31/08/2026: nenhuma.

Motivo: a política do programa está em aprovação Última verificação: 31/08/2026

O que o programa não faz

Não é balcão, não é vitrine, não é canal de emergência.

  • Não é assistência individual. Não atendemos pessoas, não distribuímos benefício direto e não recebemos pedido de ajuda pessoal.
  • Não é canal de emergência. Situação de risco imediato é 190, 192, 193, 180 ou Disque 100.
  • Não obriga a usar produto de ninguém. A tecnologia certa é a que resolve a barreira do projeto, mesmo que não seja nossa.
  • Não é apropriação. Nem o Instituto nem qualquer fornecedor fica com a solução, os dados ou os equipamentos da comunidade.
  • Não é apoio informal. Repasse de recurso exige entidade juridicamente apta, instrumento adequado e conferência de jurídico e contabilidade.
  • Não é vitrine. Não pedimos história de sofrimento em troca de recurso, não expomos pessoas e não usamos comunidade apoiada como peça publicitária.

O manifesto do programa, o estado de cada peça e o que ainda não podemos afirmar estão em Por que existe.

Unidade móvel

Um espaço de trabalho compartilhado que vai onde não existe estrutura. Conceito em desenho.

A ideia é um lugar de trabalho que se desloca até onde não há estrutura, para que a população coloque a criatividade dela para fora: bancadas individuais, energia e conexão levadas junto, acesso para cadeira de rodas, um período em cada localidade e um toldo que abre bancadas na praça.

E o estágio, sem eufemismo: não existe veículo construído, não há projeto executivo aprovado, não há orçamento, não há contrato e não há data. As imagens são estudo visual. A unidade é uma frente dentro do programa, não um caminho paralelo de seleção.

Estudo visual de um ônibus azul-escuro estacionado numa praça de cidade pequena, com um toldo lateral aberto e bancadas de trabalho montadas na sombra, ao fim da tarde. Sem marca, letreiro ou pessoas identificáveis.
Estudo do toldo lateral: bancadas na praça, para caber mais gente do que caberia dentro. Nenhum veículo com esse arranjo existe. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata veículo, comunidade ou operação real. Estado do dado: ilustração
Ver o texto completo: o que o conceito preveria, item por item, e como ele se encaixa no programa

Uma frente em desenho

Um espaço de trabalho compartilhado que vai onde não existe estrutura.

A ideia é um lugar de trabalho que se desloca até onde não há estrutura, para que a população coloque a criatividade dela para fora.

Conceito em desenho

E o estágio, sem eufemismo: não existe veículo construído, não há projeto executivo aprovado, não há orçamento, não há contrato e não há data. A imagem desta seção é estudo visual.

Interior de um ônibus convertido em estações de trabalho: bancadas com monitores e teclados encostadas nas janelas dos dois lados, cadeiras giratórias e pessoas sentadas de costas e de perfil diante das telas. No corredor central há uma faixa amarela de piso tátil e, no piso à direita, o símbolo internacional de acesso demarca um espaço reservado. Pelas janelas se vê uma rua de cidade.
Estudo de interior: postos de trabalho separados, no lugar de bancos de passageiro. Nenhum veículo com esse arranjo existe. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, caso, comunidade ou operação real. Estado do dado: ilustração
O que o conceito preveria, item por item

Nada do que está descrito abaixo existe, foi contratado ou foi aprovado. É o desenho que está sendo estudado, e por isso está escrito no condicional.

  • Bancadas individuais. O interior teria postos de trabalho separados — superfície, cadeira e tela para cada pessoa —, e não fileiras de banco de passageiro.
  • Energia própria. A unidade precisaria gerar e guardar a própria energia, para não depender da rede do lugar onde parasse.
  • Conectividade levada junto. A conexão viria com o veículo, previsto em conceito, porque no ponto de parada ela costuma não existir.
  • Acesso para cadeira de rodas. Embarque, corredor e ao menos um posto de trabalho seriam dimensionados para cadeira de rodas, com faixa tátil no corredor central.
  • Deslocamento por temporada. A unidade ficaria um período em cada localidade e depois seguiria adiante, em vez de passar um dia e ir embora.
  • Trabalho fora do veículo. Um toldo lateral abriria bancadas na praça, previsto em conceito, para caber mais gente do que caberia dentro.

Estado de cada item acima: conceito. Não há projeto executivo, homologação, fornecedor, orçamento, instrumento assinado nem cronograma. Enquanto não houver, esta seção continua dizendo exatamente isto.

Como esta frente se encaixa no Nexo Comunidades

A unidade móvel é uma frente dentro do programa, não um substituto dele. O Nexo Comunidades continua sendo o apoio a comunidades e organizações descrito nesta página — escuta, recurso, tecnologia apropriada, fortalecimento institucional e prestação de contas.

Se um dia existir, a unidade seguiria as mesmas regras do resto do programa: escuta antes de solução, aceite da comunidade, salvaguardas definidas por escrito e prestação de contas publicada. Ela não abriria um caminho paralelo de seleção nem uma fila própria.

O que não muda por causa dela: continua não havendo chamada aberta, projeto apoiado ou compromisso com qualquer localidade.

Fonte: desenho do programa, em construção Estado do dado: conceito — sem veículo, projeto executivo, orçamento, contrato ou data Última revisão: 31/08/2026 Responsável pela informação: a publicar

Por que existe

O edital seleciona quem já tinha estrutura, e chama isso de mérito.

Associações que conhecem o próprio território melhor do que qualquer consultoria passam anos sem acessar um edital, porque o edital pede documento que elas não têm, plataforma que não abre no celular delas e linguagem que ninguém explicou.

O programa está sendo desenhado para não ser um balcão: prioridades anuais publicadas, critérios abertos, comitê com conflitos declarados e instância de recurso. Prioridade publicada é também respeito: evita que uma organização gaste semanas numa proposta que nunca teve chance.

Ver o manifesto por inteiro, o estado do programa peça por peça e o que ainda não podemos afirmar

Por que este programa

Quem está longe dos grandes centros não pode ficar longe das oportunidades.

Existe uma distância que não aparece em mapa: a que separa uma boa ideia de quem decide sobre dinheiro.

O Nexo Comunidades está sendo desenhado para atravessar essa distância nos dois sentidos: ir até onde o projeto está, em vez de esperar que ele chegue.

E voltar com apoio que não seja só dinheiro. Transferir recurso é a parte fácil; o que costuma faltar é diagnóstico, tecnologia adequada, gente formada e governança.

O manifesto do programa, por inteiro

Associações que conhecem o próprio território melhor do que qualquer consultoria passam anos sem acessar um edital, porque o edital pede documento que elas não têm, plataforma que não abre no celular delas e linguagem que ninguém explicou. O resultado é um filtro que seleciona quem já tinha estrutura — e chama isso de mérito.

O programa também está sendo desenhado para não ser um balcão. Prioridades anuais publicadas, critérios abertos, comitê com conflitos declarados e instância de recurso. Seleção não é concurso de curtidas, não é campanha de exposição de pobreza e não é decisão automática de algoritmo.

Prioridade publicada é também uma forma de respeito: evita que uma organização gaste semanas preparando uma proposta que nunca teve chance.

O estado do programa, peça por peça
Desenho do programa
Em construção — públicos, formas de apoio, jornada e critérios definidos nesta página.
Política de Apoio a Comunidades e Organizações de Impacto
Em aprovação pelos órgãos do Instituto.
Dotação orçamentária
A definir no orçamento anual, com fonte, valor ou critério, calendário e limite administrativo.
Comitê de seleção
A constituir, com regras de conflito de interesse e instância de recurso.
Busca marcária do nome
Em andamento. “Nexo Comunidades” é nome de trabalho e pode mudar sem que a estrutura do programa mude.
Primeira chamada
Não publicada. Só sai depois de política, orçamento, comitê e capacidade operacional aprovados.
Projetos apoiados
Nenhum. Enquanto houver item em aberto nesta lista, não abrimos chamada.
O que este programa não faz
  • Não é assistência individual. Não atendemos pessoas, não distribuímos benefício direto e não recebemos pedido de ajuda pessoal.
  • Não é canal de emergência. Situação de risco imediato é 190, 192, 193, 180 ou Disque 100.
  • Não obriga a usar produto de ninguém. A tecnologia certa é a que resolve a barreira do projeto, mesmo que não seja nossa.
  • Não é apropriação. Nem o Instituto nem qualquer fornecedor fica com a solução, os dados ou os equipamentos da comunidade. Titularidade, licença, portabilidade e propriedade são definidas por escrito antes da implantação.
  • Não é apoio informal. Repasse de recurso ou de bens exige entidade juridicamente apta, instrumento adequado e conferência prévia de jurídico e contabilidade.
  • Não é vitrine. Não pedimos história de sofrimento em troca de recurso, não expomos pessoas e não usamos comunidade apoiada como peça publicitária.
O que ainda não podemos afirmar

Preferimos dizer o que falta a sugerir o que não existe. Nesta data, estes pontos seguem em aberto:

  • Não há política aprovada, dotação orçamentária definida nem comitê constituído.
  • Não há chamada aberta, encerrada ou em julgamento.
  • Não há projeto selecionado, formalizado ou apoiado.
  • Não há organização anunciável, logotipo ou depoimento.
  • O nome “Nexo Comunidades” ainda depende de busca marcária.

Quando cada item tiver documento, data e responsável, ele aparece aqui — com a fonte à vista.

Fonte: registro interno do desenho do programa Estado do dado: atual Data-base: 31/08/2026 Responsável pela informação: a publicar

Quando abre a chamada

Ainda não há chamada aberta, e você não precisa ficar conferindo.

A primeira chamada depende de quatro coisas, nesta ordem: política de apoio aprovada, orçamento definido, comitê de seleção constituído e equipe de acompanhamento confirmada. Nenhuma está cumprida. Abrir inscrição antes disso seria pedir esperança emprestada de quem menos pode perder tempo.

Não estamos recebendo propostas por nenhum outro canal. Não há inscrição informal, não há “manda que a gente olha” e não há fila. Quando abrir, abre aqui, com regulamento publicado. Para ser avisado, o canal de contato registra só quatro informações: seu nome, a organização ou coletivo, um e-mail e o Estado. Sem projeto, sem anexo, sem caso.

Ver o texto completo: as condições, o que toda chamada vai ter, os documentos e o registro público de tudo o que apoiarmos

Chamadas

A primeira chamada abre aqui, com regulamento publicado.

Ainda não há chamada aberta — e você não precisa ficar conferindo.

A primeira depende de três coisas, nesta ordem: política de apoio aprovada, orçamento definido e comitê de seleção constituído. Abrir inscrição antes disso seria pedir esperança emprestada de quem menos pode perder tempo.

Não estamos recebendo propostas por nenhum outro canal. Não há inscrição informal, não há “manda que a gente olha” e não há fila. Quando abrir, abre aqui, com regulamento publicado.

Fonte: registro interno de chamadas do Instituto Estado do dado: atual Última verificação: 31/08/2026 Responsável pela informação: a publicar

As quatro condições que faltam para a primeira chamada
  1. Não cumprida. Política de Apoio a Comunidades e Organizações de Impacto aprovada.
  2. Não cumprida. Dotação orçamentária definida, com fonte, valor ou critério e calendário.
  3. Não cumprida. Comitê de seleção constituído, com regras de conflito e instância de recurso.
  4. Não cumprida. Equipe de acompanhamento e capacidade operacional confirmadas.

Abrir seleção sem isso pronto seria pedir que organizações pequenas gastem semanas montando proposta para um processo que ainda não sabe como decidir. Não vamos fazer isso.

O que toda chamada nossa vai ter
  1. Regulamento completo, em uma página, em linguagem simples e também em PDF.
  2. Público que pode se inscrever, com exemplos do que conta e do que não conta.
  3. Prioridades do ano e territórios prioritários, se houver.
  4. Recursos disponíveis: valor total, faixa por projeto e número estimado de apoios.
  5. Cronograma com datas de abertura, dúvidas, encerramento, resultado e recurso.
  6. Documentos mínimos exigidos, com modelo de cada um.
  7. Critérios de avaliação, com o peso de cada um declarado antes da inscrição.
  8. Composição do comitê e as declarações de conflito de interesse.
  9. Como o resultado será publicado e como se apresenta recurso.
  10. Histórico de versões: se o regulamento mudar, a mudança fica registrada com data.

Mudança de regra durante a chamada só por erro material, com aviso a todos os inscritos e prazo reaberto. Chamada encerrada permanece publicada, com o regulamento vigente na época e o resultado.

Documentos, e a ajuda para reunir tudo

A exigência documental é o principal filtro invisível dos editais: não é raro uma organização excelente perder um prazo por causa de uma certidão. Por isso a chamada terá um período de regularização e um canal de dúvidas com resposta pública, para que a mesma pergunta ajude todo mundo.

  • Formulário curto, que abre em celular simples e consome pouco dado.
  • Possibilidade de salvar e continuar depois.
  • Sem exigência de login complexo ou de certificado digital.
  • Sem tempo limite de preenchimento.
  • Perguntas em linguagem simples, com exemplo em cada campo.
  • Canal de dúvidas com resposta publicada para todos.

Modelos de documento publicados até o momento: nenhum — eles saem junto com a primeira chamada, para que ninguém preencha um formulário que ainda pode mudar. E não aceitamos anexo nem documento por este site hoje: qualquer canal que aceitasse seria uma seleção informal.

Como pedir para ser avisado da primeira chamada

Esta página não tem formulário. Enquanto a primeira chamada não sai, o pedido de aviso é registrado pelo canal de contato do Instituto, com quatro informações e nada além disso. Publicamos os campos aqui para que ninguém precise se cadastrar para descobrir o que será perguntado.

Seu nome
Como devemos nos dirigir a você.
Organização, comunidade ou coletivo
Se ainda não tem CNPJ, tudo bem: escreva o nome do grupo.
E-mail para aviso
Só usamos para avisar da chamada.
Estado
Sem endereço, sem coordenadas, sem ponto de referência.

Não descreva aqui o seu projeto, não anexe documentos e não conte casos. Entrar na lista não é pré-inscrição, não gera fila e não dá prioridade a ninguém. Quando a chamada abrir, você recebe o regulamento e o formulário certo. Os dados servem só para o aviso, e a exclusão pode ser pedida a qualquer momento — o endereço do encarregado de dados é publicado em Instituto, junto do prazo de guarda.

Registro público

Um registro público de tudo o que apoiarmos.

Ela existe para quem precisa conferir o que foi feito com o dinheiro, e para quem pensa em se inscrever e quer saber, antes, o que será publicado sobre a sua organização.

Toda organização apoiada aparece aqui, com o critério que a selecionou.

Nome, território, o que foi apoiado, com quanto, por quanto tempo e o indicador combinado na assinatura. O caminho até esta lista é único e público: política aprovada, orçamento definido, comitê constituído, chamada publicada, seleção registrada em ata.

Nenhuma organização entra nesta página por indicação, simpatia ou patrocínio — nem aparece aqui como logotipo antes de existir instrumento assinado.

Fonte: registro interno de instrumentos do Instituto Recorte: todas as organizações e projetos do Nexo Comunidades Período: desde a constituição do Instituto até 31/08/2026 Estado do dado: atual Responsável pela informação: a publicar

Os contadores, com o zero explícito

Um contador escondido é um contador que dá vergonha. Cada campo fica à vista com o seu próprio zero, para que ninguém precise deduzir por ausência.

Organizações candidatas · 0
Propostas recebidas em chamada ou por indicação registrada.
Selecionadas · 0
Decisões de apoio tomadas por comitê, com ata publicável.
Formalizadas · 0
Instrumentos assinados, com escopo, orçamento, marcos e salvaguardas.
Em execução · 0
Apoios em andamento, com marcos e desembolsos por competência.
Concluídas · 0
Projetos encerrados com prestação de contas final publicada.
Suspensas ou encerradas · 0
Execuções interrompidas, com motivo publicável e situação financeira final.
Valor comprometido · não há
Soma dos valores previstos em instrumentos assinados e vigentes.
Valor desembolsado · não há
Soma dos valores efetivamente transferidos, conciliados com a contabilidade.

“Não há” não é o mesmo que zero. Onde escrevemos zero, contamos e o resultado da contagem foi zero. Onde escrevemos “não há”, não existe grandeza a somar. E comprometido e desembolsado continuam separados quando houver projeto: comprometer é assinar, desembolsar é transferir — somar os dois é a forma mais silenciosa de inflar uma prestação de contas.

O que cada estágio significa

Publicamos a definição antes de usar o rótulo. Nenhum estágio está atribuído a nenhuma organização em 31/08/2026.

Candidata
Proposta recebida em chamada ou por indicação. Ainda não há decisão, e a publicação de uma candidatura depende de autorização da própria organização.
Selecionada
O comitê decidiu apoiar. A decisão é motivada e a ata é publicável. Ainda não há instrumento assinado.
Formalizada
Instrumento assinado, com escopo, orçamento, marcos e salvaguardas definidos.
Em execução
Apoio em andamento, com marcos e desembolsos registrados por competência.
Concluída
Projeto encerrado com entrega e prestação de contas final publicada.
Suspensa
Execução interrompida temporariamente, com motivo publicável e condição de retomada.
Encerrada
Encerramento antecipado, com motivo, situação financeira final e eventual devolução registrada.
A ficha que cada projeto apoiado vai publicar

Uma organização que se candidatar precisa saber, antes de assinar qualquer coisa, a que nível de exposição de informação está aderindo. É este:

  • Organização, CNPJ, território e instrumento — quando publicáveis.
  • Problema definido pela comunidade e o diagnóstico que resultou dele.
  • Modalidade, valor e origem do apoio.
  • Orçamento, desembolsos por marco e situação financeira atual.
  • Tecnologia implantada, sua titularidade e o custo de continuidade.
  • Entregas, resultados, linha de base e método de medição.
  • Salvaguardas aplicadas, reclamações recebidas e resposta a incidentes.
  • Termos de aceite e a voz da comunidade, quando houver consentimento livre.
  • Estágio, data da última atualização e responsável pela informação.

Meta e realizado aparecem em campos separados. Um projeto que não atingiu a meta é publicado com a meta e com o realizado, lado a lado. Fichas publicadas até o momento: nenhuma.

O que fica de fora, e por quê

Casos sensíveis terão transparência financeira e metodológica completa, sem transparência de identidade pessoal. Não publicamos identificação de famílias, crianças, vítimas, endereços protegidos, rotas de abrigo ou lideranças ameaçadas.

  • Pequenas contagens são suprimidas, para que ninguém seja identificado por eliminação.
  • Territórios e períodos são agregados quando houver risco de reidentificação.
  • Filtros públicos não podem ser combinados para revelar uma pessoa, uma família, uma criança, um abrigo ou uma comunidade tradicional pequena.
  • CNPJ, território, fornecedor ou beneficiário podem ser ocultados ou agregados quando sua divulgação criar risco — sempre com a justificativa registrada.

Toda supressão é registrada: quem consulta consegue ver que algo foi suprimido e por quê, mesmo sem ver o dado. Supressões registradas até o momento: nenhuma.

Quando algo dá errado, e como decidimos o que publicar

Projeto suspenso, recurso devolvido e correção de rota são parte da vida de um programa sério — e ficam publicados, com motivo, data, situação financeira final e o que foi aprendido. O histórico não é apagado. Uma página de projeto nunca é retirada do ar por ter dado errado: ela muda de estágio e ganha o motivo. Retirada só acontece por risco à segurança de pessoas, e também fica registrada.

Antes de uma informação entrar neste site, ela passa por uma ordem simples de precedência: instrumento assinado e aditivos, depois aceite formal, depois evidência técnica da versão entregue, depois o estado operacional com data, e só então o plano histórico. Um item previsto em plano antigo não vira entrega. Quando as fontes divergem, publicamos a mais forte e registramos a divergência.

Encontrou informação vencida, incorreta ou que exponha alguém indevidamente? Escreva pelo canal de contato. Pedidos de retirada por risco à segurança de pessoas têm prioridade sobre qualquer critério editorial.

NEXO Rio Doce

Uma tese ainda em análise, publicada exatamente no estágio em que está.

Inclusão produtiva digital para comunidades atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão. Reparação financeira, quando chega, resolve uma parte do problema; o que costuma continuar em aberto é a capacidade de gerar renda de novo.

Não está protocolada, aprovada, financiada ou em execução. Não há organizações confirmadas, orçamento aprovado, financiamento captado ou território em operação, e o papel do Instituto ainda não está formalizado em instrumento. Não estamos captando recurso para esta iniciativa.

Rio largo de água barrenta ao amanhecer, com neblina sobre a superfície, mata na margem oposta e um pequeno barco de madeira encalhado na areia.
Território de referência. Nenhuma atividade retratada. Imagem conceitual gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa, comunidade, local ou operação real. Estado do dado: ilustração
Ver o texto completo: a tese, o método descrito, o papel pretendido do Instituto e as nove pendências

Iniciativa candidata

NEXO Rio Doce: uma tese ainda em análise.

Inclusão produtiva digital para comunidades atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão — em análise, e publicada exatamente no estágio em que está.

Em desenho

Não está protocolada, aprovada, financiada ou em execução. Não há organizações confirmadas, orçamento aprovado, financiamento captado ou território em operação, e o papel do Instituto ainda não está formalizado em instrumento. O que existe é uma tese que o Instituto pretende ajudar a amadurecer.

A tese, o método descrito e o papel pretendido do Instituto

Reparação financeira, quando chega, resolve uma parte do problema. O que costuma continuar em aberto é a capacidade de gerar renda de novo — com atividade organizada, acesso a mercado e ferramentas de gestão que funcionem na realidade de quem vive ali.

A tese é que a tecnologia pode ter papel direto na retomada produtiva: registrar produção, organizar venda, controlar estoque, comprovar origem, tomar decisão com dado próprio. Coisas pequenas que, somadas, mudam a viabilidade de uma associação produtiva.

O elemento central descrito nos pareceres internos que examinamos é a Célula NEXO: conectar uma organização da sociedade civil ou um grupo capacitado a uma associação produtiva, para cocriar uma solução aplicada a um problema real. Os arquivos que examinamos são avaliações internas, não o projeto-fonte assinado — por isso descrevemos o método como descrito em pareceres, e não o assumimos como nosso.

A intenção do Instituto é ajudar a amadurecer a iniciativa: desenho do projeto, articulação com quem possa executá-lo no território, desenho da solução e sistema de medição. Esse papel ainda não está formalizado. Os pareceres citam outras entidades e não comprovam a participação do Instituto Ideia Pública. É por isso que esta página não nomeia nenhuma organização, comunidade ou empresa, e não exibe logotipo de ninguém.

Não publicamos aqui números sobre o território, a população atingida ou o dano — não porque não existam, mas porque os dados que temos vêm de avaliações internas, e não de fonte oficial verificada com data e recorte.

As nove pendências, todas em aberto
  1. Localizar o projeto-fonte e confirmar autoria, titularidade e autorização de uso e adaptação — do NEXO Rio Doce e da Célula NEXO.
  2. Formalizar o papel do Instituto em instrumento.
  3. Obter anuência das comunidades envolvidas, com consulta adequada.
  4. Confirmar a lista de organizações executoras, com capacidade de campo comprovada.
  5. Construir orçamento com cotações, e não com estimativa.
  6. Definir indicadores de renda e receita, com linha de base medida antes.
  7. Definir propriedade dos bens, titularidade das soluções e plano de continuidade.
  8. Concluir a busca marcária dos nomes.
  9. Aprovar a Política de Apoio a Comunidades e Organizações de Impacto, sob a qual qualquer apoio seria concedido.

Enquanto essa lista tiver item em aberto, esta seção continua dizendo “em análise”. Ela muda para “selecionada”, “formalizada”, “em execução” ou “concluída” apenas com a evidência correspondente — item por item. Não há metas aprovadas nem resultados realizados, e não há mapa com pontos: publicar a localização de um grupo antes de ele decidir aparecer é uma decisão que pertence a ele, não a nós.

Se você é de uma organização do território, de uma universidade ou de um órgão público que possa contribuir tecnicamente, fale pelo canal de contato. Não estamos captando recurso para esta iniciativa e não há financiamento a distribuir — o que buscamos é cooperação técnica para amadurecer o projeto.

Fonte: registro interno de diligência do Instituto Data-base da verificação: 18/08/2026 Conteúdo revisado em: 31/08/2026 Responsável pela informação: a publicar Encontrou informação vencida ou incorreta? Escreva para o Instituto — corrigimos e registramos a correção.

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns, em uma resposta cada.

Posso inscrever o meu projeto agora?

Não. Não há chamada aberta nem canal informal. Quando abrir, abre nesta página, com regulamento publicado e período de regularização de documentos. Veja Quando abre a chamada.

A minha comunidade não tem CNPJ. Fica de fora?

Não. Grupos sem personalidade jurídica podem ser indicados, participar da escuta e cocriar o projeto. O que muda é o caminho do recurso, que exige uma entidade juridicamente apta para assumir o instrumento.

O Instituto dá dinheiro direto para pessoas?

Não. O programa não é assistência individual: não atende pessoas, não distribui benefício direto e não recebe pedido de ajuda pessoal. Risco imediato é 190, 192, 193, 180 ou Disque 100.

Vocês levam internet para a comunidade?

Não somos provedor e não prometemos sinal onde não há. Conectividade pode entrar como item de um projeto (antena, plano de dados, equipamento), sempre com custo de manutenção definido antes.

O ônibus existe?

Não. A unidade móvel é conceito em desenho: não há veículo, projeto executivo, orçamento, contrato nem data. As imagens desta página são estudo visual. Veja Unidade móvel.

Como indico um território ou uma organização?

Pelo canal de contato, escrevendo sobre o problema, nunca sobre pessoas: sem nomes de atendidos, sem dados de saúde, sem relatos de violência, sem endereços, sem informações de crianças. Indicar não é inscrever, e inscrever não é ser selecionado.

Sou de uma organização ou de um órgão público

Para organizações e parceiros

O desenho completo está todo aqui, dobrado e à mão.

Cada item abaixo abre o texto completo, com fonte, data-base e o estado real de cada peça. Nada foi retirado desta página: foi organizado para quem chega primeiro.

Falar com o Instituto Conhecer o Instituto e seus documentos

Estado do dado: programa em estruturação · nenhuma chamada aberta · nenhuma organização apoiada Conteúdo revisado em: 09/09/2026 Responsável pela informação: a publicar Encontrou informação vencida ou incorreta? Escreva para o Instituto — corrigimos e registramos a correção.